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As prioridades de cada um

prioridadeOlhando apenas para as duas competições, não dá nem pra discutir (principalmente em um ano no qual o Vasco está fora da elite): a Copa do Brasil é muito mais importante que um Estadual. Além de garantir uma vaga na Libertadores do ano que vem, vencer a Copa é a única chance que teremos de comemorar um título nacional esse ano.

Mas especificamente nesse jogo de logo mais contra o Remo, há vários outros fatores que devem ser levados em consideração. E fazendo isso, não podemos negar que a prioridade deve ser outra. Alguns torcedores certamente não concordarão, mas Jorginho – que de bobo não tem nada, tanto que já há clubes de olho gordo pra cima do nosso técnico – sabe disso e escalará um time misto contra a equipe paraense.

Se não tivéssemos uma final para disputar já no próximo domingo, tudo bem. Mas estando às portas de um bicampeonato que não conquistamos há mais de 20 anos, depois de uma partida intensa como foi a vitória sobre a mulambada e de duas idas e voltas de Manaus em 15 dias, o mais prudente é mesmo dar um descanso para alguns dos vovôs-garotos do time.

Até porque, sem querer diminuir as dificuldades da partida de hoje, jogar pelo empate, dentro de casa e contra o Remo não é o que podemos chamar de missão das mais complicadas. Ainda que a equipe remista tenha nos dado algum trabalho no jogo de ida, ela não atravessa uma grande fase, tendo sido eliminada de todas as competições que disputou nesse primeiro semestre. Diante do que – em teoria, sempre é bom lembrar – o Remo pode nos oferecer de riscos, Jorginho foi até comedido nas alterações que fará no time. Um ou outro titular que devem jogar hoje também poderiam ser poupados sem maiores problemas.

E será interessante ver alguns dos reservas que entrarão em campo. Nas laterais, Yago Pikachu terá mais uma oportunidade na sua posição de origem, justo contra o maior rival do time que o projetou e Henrique poderá confirmar a evolução que mostrou nas últimas vezes que jogou; O garoto Evander, a promessa da base que gera maior expectativa no momento, deve ter sua primeira chance como titular; E Eder Luis poderá provar que, se conseguir executar as mesmas funções do Jorge Henrique, pode ser uma opção mais veloz para a posição.

É uma formação que não muda a forma de jogar, mantendo a estrutura do time titular. Certamente sofrerá com a falta de entrosamento, mas, por outro lado, será uma equipe mais jovem. Jogando com aplicação e sem a preguiça que vimos eventualmente no Estadual, tem tudo para conseguir a classificação. Tudo é uma questão de postura: se o Vasco pode priorizar as finais do Estadual, para os reservas que entrarão em campo, a prioridade deve ser fazer uma boa partida e mostrar ao treinador que eles estão prontos para disputar uma vaga no time titular.

Vasco X Remo

Vasco X Remo

Martín Silva; Yago Pikachu, Luan, Rodrigo e Henrique; Marcelo Mattos, Diguinho, Evander e Nenê; Eder Luis e Riascos.

Fernando Henrique; Levy, Henrique, Max e Fabiano; Lucas Garcia, Chicão, Alisson e Marco Goiano; Eduardo Ramos e Ciro.

Técnico: Jorginho.

Técnico: Marcelo Veiga

Estádio: São Januário. Data: 27/04/2016. Horário: 21h45. Arbitragem: Flavio Rodrigues de Souza. Auxiliares: Leandro Matos Feitosa e Fabricio Porfirio de Moura.

A rede Globo (RJ, ES, Juiz de Fora-MG, SE, PI, MA, PA, AM, RO, AC, RR e DF) transmite a partida ao vivo. A ESPN Brasil e o Sportv 2 transmitem para seus assinantes em todo país .

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O Cruzeiro não apenas estaria interessado em contratar o Jorginho, como já teria feito uma proposta e pedido uma resposta antes mesmo das finais contra o Canil. O próprio Jorginho já teria reafirmado sua intenção de permanecer no Vasco e, na minha humilde opinião, não acredito mesmo que o técnico fosse trocar de clube nesse momento.

Mas a verdade é uma só: tenha sido mesmo feita a proposta cruzeirense ou seja apenas especulação da imprensa, esse tipo de coisa virar notícia só mostra o enfraquecimento do clube como instituição. Será que o Cruzeiro faria hoje uma proposta pelo Tite? Ou pelo Cuca? Ou pelo Dorival? E a imprensa repercutiria uma informação dessas se a proposta não tivesse uma confirmação oficial do clube mineiro por esses treinadores? Se o Vasco vivesse o bom momento que vive hoje, mas não estivesse cheio de dívidas e prestes a inciar sua terceira disputa de Série B em oito anos, o Cruzeiro teria a pretensão de nos tirar o técnico dessa maneira? Dificilmente.

Se hoje clubes que têm –  sendo gentil – uma tradição equivalente à nossa enxergam o Vasco como um clube cujos contratados balançam diante de qualquer proposta, só podemos “agradecer” aos dirigentes que comandaram o Gigante nos últimos 16 anos.

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Eis então que ficamos sabendo também da seguinte notícia:

Deve ter sido um pedido pessoal do César Martins…

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Vitoria da maturidade sobre o descontrole

Não precisou muito tempo para vermos quem sairia vencedor na primeira semifinal do Estadual desse ano. Aliás, não precisou sequer começar a partida: a intempestiva entrada mulamba em campo, que abandonou o protocolo para dar uma demonstração de…bem, não dá pra saber exatamente o que significou aquele gesto, mostrou o descontrole do nosso adversário mesmo antes da bola rolar. Se foi uma tentativa de intimidar nossoo time, não deu certo. Os mulambos simplesmente deram – perdoem-me pelo trocadilho – uma baita bandeira de que no futebol estão longe da maturidade que tem a equipe do Jorginho. O resultado não poderia ser outro: Vasco 2 a 0 e vaga na final garantida sem muitas complicações.

E o Vasco venceu sem precisar dar espetáculo ou jogar muito bem. Nem mesmo se valeu da vantagem do empate, buscando o ataque tanto quanto à mulambada, que precisava marcar gols. A diferença é que o Framengo tinha uma posse de bola estéril, que não nos ameaçava muito, enquanto o Vasco ia ao ataque na boa e levava mais perigo. Foi assim até os 21 minutos, quando abrimos o placar após Riascos dar uma série de dribles no zagueiro César Martins (que devem ter lhe provocado danos irreversíveis na coluna), passar para Nenê (que chutou em cima do Wallace) e Andrezinho aproveitar a sobra para estufar a rede com um chute na entrada da área.

Com vantagem ainda maior, o Vasco acabou recuando suas linhas de marcação, o que fez com que o Framengo fosse mais presente no ataque, principalmente pela esquerda. Jorge Henrique, Diguinho e Júlio César não conseguiam impedir os avanços do adversário e com isso a mulambada passou a cruzar bolas perigosas pela nossa área. Por sorte, os atacantes de grife do outro lado parecem ficar ainda menos eficientes diante do Rodrigo e não conseguiram aproveitar as oportunidades que tiveram.

No segundo tempo as coisas se resolveram ainda mais rapidamente. Voltando com uma marcação melhor, o Vasco precisou de apenas 11 minutos para ampliar: Júlio César avançou para o ataque, tocou para Andrezinho que encontrou Riascos na área. O colombiano chuta, Paulo Vitor defende e a bola bate em Wallace e vai para o gol. Foi contra, mas como a arbitragem deu o gol para o atacante vascaíno, Riascos chegou ao seu nono gol e à artilharia da competição.

Precisando marcar três gols para escapar da eliminação, a mulambada acabou se abatendo. E aí, o Vasco mais uma vez mostrou segurança, garantindo o placar sem correr muitos riscos. A expulsão do Alan Patrick aos 33 minutos – após falta desqualificante sobre Yago Pikachu – decretou o fim das esperanças rubro-negras. Daí em diante foi só esperar o apito final, dado em cima dos 45 minutos. Até o árbitro sabia que acréscimos seriam inúteis.

A nona partida sem derrota para a urubulândia serviu para evidenciar como o momento vascaíno é melhor que o do rival. Ainda que não tivéssemos marcado nenhum gol, a classificação do Vasco seria inevitável, já que os mulambos pouco nos ameaçaram. No fim das contas, nada mais justo diante da campanha das duas equipes na competição. Mas vale lembrar que, como disse o Jorginho em sua coletiva, não ganhamos nada ainda e o objetivo é o bicampeonato. Eliminada a mulambada, agora é se preparar para a segunda final seguida contra o Canil e mostrar a mesma tranquilidade que tivemos ontem nas duas partidas decisivas que teremos pela frente.

As atuações…

Martín Silva – segurança em todos os lances e pelo menos uma grande defesa, ainda no primeiro tempo.

Madson – com maiores preocupações defensivas, não foi tão presente no apoio. Se saiu bem na função.

Luan – superior aos atacantes mulambos em praticamente todos os lances. Acabou iniciando com uma espanada na bola um contra-ataque perigoso, desperdiçado por Nenê e Riascos.

Rodrigo – assim como o companheiro de zaga, não teve muitos problemas para parar o ataque urubulino.

Julio Cesar – voltando de contusão e aparentemente jogando no sacrifício, acabou não dando a proteção necessária à sua lateral, que foi o caminho mais utilizado pela mulambada para chegar ao ataque. No segundo tempo melhorou e até chegou a fazer algumas boas jogadas no apoio. Cansou e deu lugar ao Rafael Vaz, que entrando com o jogo resolvido acabou mesmo improvisado na esquerda, onde se preocupou unicamente em reforçar a marcação.

Diguinho – jogando à frente da zaga, poderia ter menos problemas se adiantasse um pouquinho mais a marcação – algo que não foi exclusividade sua, mas do time como um todo – e não permitisse a constante troca de bola framenga tão próxima à nossa área. Na saída de bola deu umas vaciladas. Também atuando meio que no sacrifício, deu lugar para o Yago Pikachu, que se ateve mais à marcação. A expulsão do Alan Patrick, que praticamente acabou com qualquer chance de reação mulamba, aconteceu em uma falta sofrida pelo lateral/volante.

Julio dos Santos – não é implicância, eu simplesmente sou incapaz de ver qualquer coisa de útil que o paraguaio faça em campo. Talvez seja porque ele só faça a tal “função tática” que os técnicos tanto gostem. Mas é aquilo: quem não faz nada, não erra. E como muito ajuda quem não atrapalha, nem dá pra falar muito do cara.

Andrezinho – mais uma vez ocupou o espaço que deveria ser do Nenê e fez muito bem. Iniciou as melhores jogadas do time, participou dos lances dos dois gols, mostrando boa visão de jogo e de posicionamento no que marcou e encontrando Riascos com um bom passe no segundo.

Nenê – mesmo tendo finalizado algumas vezes no primeiro tempo e tendo iniciado a jogada do primeiro gol, foi um dos mais fracos no time: perdeu um monte de bolas bobas (e um gol feito, ao preferir tocar ao invés de chutar para o gol), errou muitos passes e passou a maioria do tempo caindo. No segundo tempo melhorou, mas ainda ficou aquém do que se espera do craque do time.

Jorge Henrique – foi muito mais presente no apoio à marcação – onde não foi muito bem, já que não conseguiu impedir os avanços do Rodinei – tendo feito apenas uma boa jogada ofensiva, quando puxou um contra-ataque e deu ótimo passe para Nenê (que desperdiçou o lance). Pelo menos não se pode ignorar a entrega do jogador em campo.

Riascos – participou dos dois gols, entortou a coluna do zagueiro mulambo no primeiro, ganhou de presente da arbitragem o segundo e ajudou a levar o Vasco à final chegando à artilharia do campeonato. Foi ou não foi um bom dia para o colombiano? Eder Luis o substituiu depois dos 30 minutos para dar novo gás aos contra-ataques vascaínos, o que acabou não sendo necessário. Ainda assim, o Chico Bento participou de duas boas jogadas.

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Antes da partida, a imprensa se esmerou em mostrar a festa da torcida rubro-negra em Manaus e em informar que os ingressos destinados ao Flamengo tinham grande procura. A intenção óbvia era mostrar que a movimentação do torcida adversária era mais intensa que a da nossa, ignorando que o Vasco jogava pelo segundo final de semana seguido na cidade e que, mesmo assim, fez uma recepção tão calorosa quanto a do rival e esquecendo de citar que não é fácil para o torcedor vascaíno pagar ingressos caros duas vezes no mesmo mês.

E qual foi a resposta do Framengo para o carinho do povo de Manaus? Ignorar os pequenos torcedores que entrariam em campo com os jogadores para fincar uma bandeira no campo. Para aliviar bastante a barra do time, podemos dizer que foi uma atitude bastante deselegante.

E no final das contas, não adiantou nada. Foram eliminados do mesmo jeito. Se a intenção ao espetar a bandeira mulamba no gramado era mostrar que “conquistariam aquele território”, o Vasco mostrou como se faz isso da maneira correta: com bola na rede.

Com a derrota, ficou claro que fincar bandeiras não adianta nada. Mas O Bandeira é quem deve estar querendo enterrar sua cabeça num buraco no chão.

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A vantagem que importa

vantagemComo todos devem se lembrar, foi na semifinal do Estadual de 2015 que iniciamos a série invicta de oito jogos sobre a mulambada. Hoje repete-se o cenário e basta ao Gigante manter a escrita recente para conseguir chegar às finais da competição.

E já que falamos em escrita, podemos dizer que mantemos uma também em disputas de semifinais contra a urubulândia. Nos últimos cinco anos, disputamos três semifinais contra eles e ganhamos todas: em 2012, quando o Estadual ainda tinha dois turnos, os tiramos das finais da Taça Guanabara e da Taça Rio e a já citada semifinal do Carioca do ano passado.

Mas escritas não valem de nada com a bola rolando e nem a vantagem de podermos empatar a partida de hoje deve ser levada em consideração. Jorginho e seus comandados devem entrar em campo pensando unicamente em vencer. Contar com tabus ou jogar com o regulamento debaixo do braço é pedir para correr riscos desnecessários.

Desnecessário porque, mesmo sabendo que a igualdade no placar nos favorece, temos plenas condições de vencer o clássico. A mulambada pode não estar mais em um momento tão ruim, mas mesmo que tenha conseguido uma sequência de vitórias (contra Boavista, Bangu e Confiança-SE), seus últimos jogos não foram exatamente o que se pode chamar de complicados. Por mais que o Vasco não venha mostrando um futebol excelente, não dá pra comparar o nível do nosso time com o dos últimos adversários do Framengo.

E talvez nem precisemos mostrar excelência para chegar à final. Se mostrarmos raça e disposição tática, temos tudo para sairmos de Manaus com a vaga. Contra o Fluzim já mostramos uma evolução com relação aos últimos jogos na Taça Guanabara e em um jogo eliminatório contra um dos nossos maiores rivais temos ainda mais razões para nos superar.

Como Diguinho substituirá Marcelo Mattos, nosso único desfalque, a forma do time jogar não mudará muito. A volta do Julio Cesar também é uma boa notícia – mesmo que Henrique não tenha ido mal nas chances que teve – já que traz mais experiência e segurança contra um adversário que explora bastante as jogadas pelos lados do campo.

De resto, é esperar que o Vasco entre pilhado em campo, mas que não caia na pilha. Entrar ligado e jogar com firmeza não é o mesmo que partir para a violência ou entrar em provocações, que certamente acontecerão. Não podemos esquecer que uma expulsão hoje significará um desfalque numa possível final. Esse recado, obviamente, tem como alvo principal o Rodrigo, que mais uma vez terá um confronto contra o Guerrero.

Não podemos esquecer que não tem essa de “campeonato à parte“. Não precisamos de mais pressão para um jogo que, a despeito de toda a rivalidade e tensão que envolve um confronto contra os mulambos, essa partida é apenas mais um passo em direção ao objetivo principal, que é a conquista do bicampeonato. Precisamos apenas de seriedade e concentração para conseguir a vaga, sem a necessidade de nos apegarmos à escrita. Até porque, já mostramos com a nossa campanha ao longo da competição que somos melhores que o Framengo. Essa é a única vantagem que deve ser levada em consideração hoje.

Vasco X Fla

Vasco X Flamengo

Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo e Julio Cesar; Diguinho, Julio dos Santos, Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Riascos.

Paulo Victor, Rodinei, César Martins, Wallace e Jorge; Cuéllar, Willian Arão, Mancuello e Alan Patrick; Marcelo Cirino e Guerrero.

Técnico: Jorginho.

Técnico: Muricy Ramalho.

Estádio: Arena da Amazônia. Data: 24/04/2016. Horário: 16h. Arbitragem: Leonardo Garcia Cavaleiro. Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises e Jackson Lourenço Massarra Dos Santos.

As redes Bandeirantes (RJ, MG, ES, DF, PE, BA, AL, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO) e Globo (RJ, ES, TO, BA, PB, RN, PI, MA, PA, AM, RO, AC, RR, AP e DF) transmitem ao vivo. O canal PFC transmite para seus assinantes em todo país .

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Saiu o resultado do Prêmio Top Blog e entre milhares de concorrentes terminamos com um honroso 3º lugar. Mesmo sem conseguir o primeiro lugar, fica o agradecimento por todos os votos que os leitores desse humilde bloguinho nos deram. Valeu mesmo!

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Dia de golear

goleada-620x330O Madureira foi o nosso primeiro adversário em jogo oficial nesse ano. Era ainda janeiro, o time estava vindo de uma recém-temporada curta, o Madura tinha o estrategista Alfredo Sampaio no comando e, ainda assim, sapecamos um 4 a 1 pra cima do tricolor suburbano sem muitos problemas.

Se de lá pra cá algo mudou do nosso lado, foi para melhor. O time cresceu em consistência e confirmou o bom começo de Estadual com uma bela campanha. Do lado do nosso oponente, bem, eles pelo menos conseguiram chegar à Taça Guanabara. Mas fazem uma campanha tétrica nesse segundo turno do campeonato, segurando a lanterna desde a primeira rodada e só conseguido empatar um jogo, justo contra o segundo pior time dos oito concorrentes. Diante disso, e até por ser o último dos pequenos que encaramos antes da última rodada, o Madura é o adversário ideal para conseguirmos recuperar a liderança da Guanabara.

Mas para isso precisaremos golear o tricolor mais hétero da cidade. Para ultrapassarmos os Flores – que encaram o complicado Voltaço fora de casa – precisaremos marcar muitos gols. Se os tricoletes vencerem sua partida pelo placar mínimo, precisaremos pelo menos repetir o placar do primeiro jogo contra o Madureira. Não que essa seja uma missão extremamente fácil. Uma vitória hoje na Colina até é o esperado, mas o Madureira não tem sido exatamente um saco de pancadas na Taça Guanabara. Mulambos e Caninos vencerem o Madura por 1 a 0. Os próprios Flores os venceram por 3 a 1. Para recuperar a liderança, o Vasco terá que se sair melhor que isso.

A questão é que nosso adversário não é a única coisa a ser superada hoje. Precisamos também superar nossos próprios problemas, o mais evidente, a queda de desempenho do time. Se nas últimas rodadas nossos resultados podem não ter sido péssimos, as atuações da equipe foram muito abaixo do que poderíamos esperar. Sendo um pouco mais rigoroso, desde o primeiro tempo contra o Boavista (na já distante segunda rodada) que o Vasco não joga bem. Se deixarmos de lado uma certa preguiça que tem acometido o time, já será um bom começo.

Jorginho e seus comandados não podem esquecer que vencer a Taça Guanabara nos trará uma boa vantagem para a semifinal. Se chegarmos ao clássico contra o Laranjal sem a obrigação de vencê-los, poderemos jogar uma partida decisiva com menos um peso nos ombros. É por isso que hoje é dia de marcarmos todos os gols que deixamos de marcar nas últimas rodadas.

VascoXMadura

Vasco X Madureira

Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo e Henrique; Marcelo Mattos, Julio dos Santos, Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Riascos (Thalles).

Rafael, Formiga, Daniel, Jorge Felipe e Ayrton; Willian, Rezende, Ryan e Leandro Chaves; Geovane Maranhão e João Carlos.

Técnico: Jorginho.

Técnico: Gilberto Coroa.

Estádio: São Januário. Data: 09/04/2016. Horário: 18h30. Arbitragem: Grazianni Maciel Rocha. Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa e Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha.

O SporTV transmite a partida ao vivo para seus assinantes. O canal PFC transmite para seus assinantes em todo país .

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Frustração

A enxurrada de memês criados imediatamente após o fim da partida são um sinal de que a torcida vascaína deve ter ficado satisfeita com o empate em 1 a 1 com a mulambada. E até há motivos para isso, já que mantivemos o tabu de mais de um ano sobre o rival, a invencibilidade na competição e a liderança na Taça Guanabara. Mas se formos no ater apenas ao que aconteceu no jogo, o sentimento de frustração é inevitável, pelo menos para o torcedor mais atento.

Aliás, até a satisfação com o resultado é um sinal do quanto o Vasco foi mal na partida. Diante do que jogamos, o empate foi lucro: mesmo que não tenha faltado vontade ou que o time demonstrasse qualquer sinal de oba-oba (o que me preocupava um pouco), a equipe poderia muito bem ter perdido a partida e pelas chances criadas pelos dois times, talvez até merecesse a derrota. A mulambada não conseguiu exercer um domínio do jogo tão grande quanto o Botafogo nos impôs na última rodada, mas defensivamente o Vasco esteve ainda mais bagunçado que no domingo passado.

E não podemos esquecer que o Framengo era o mesmo time que estava há quatro jogos sem vencer, que perdeu para Volta Redonda e Atlético-PR e que estava há séculos sem sequer marcar um gol. Ainda assim conseguiu várias vezes furar nosso bloqueio defensivo com muita facilidade. E não creio que a predominância rubro-negra em boa parte do jogo tenha acontecido por eles terem entrado no clima da partida e nós, não. É que o Vasco estava realmente desorganizado, errando passes demais e aceitando que o rival dominasse as ações no meio de campo.

O treinador aparentemente tem sua responsabilidade nisso. Se perdemos a disputa no meio de campo, devemos muito disso à insistência do Julio dos Santos no meio. Com o paraguaio em campo, Marcelo Mattos fica sobrecarregado e Andrezinho fica sem liberdade para ajudar o Nenê. Contra um adversário de menor qualidade, até vai; em um jogo no qual a pegada e a correria são maiores por conta da rivalidade, isso é o mesmo que ceder o setor para o adversário. Isso ficou claro ontem depois da saída do Rúlio: a entrada do Diguinho fez com que tivéssemos o melhor momento na partida, com Andrezinho mais presente na criação/ataque e uma maior combatividade na marcação.

Mas o próprio Diguinho nos mostrou o dilema do nosso técnico. Com o passar dos minutos, vimos como o volante-volante piorou nossa saída de bola, o que acabou favorecendo a mulambada. Aos poucos eles voltaram a ganhar terreno e acabaram marcando numa cochilada da defesa que, há pouco tempo, não imaginaríamos ver acontecer. Por sorte, Nenê – que vinha tendo uma atuação apagada – mostrou mais uma vez sua importância para o time cobrando o escanteio na medida para o colombiano Riascos exibir sua estrela e aumentar sua vantagem como artilheiro do time. Ainda que tenhamos conseguido o empate nos minutos finais da partida, corremos sérios riscos de perder o jogo, com mais uma desatenção da defesa e a mulambada perdendo mais um gol inacreditável.

Chegamos ao oitavo jogo seguido sem saber o que é perder para o Framengo, mas não dá pra ficar satisfeito apenas por isso. É preocupante vermos o time do Jorginho atuar mal em dois clássicos justo quando o funil vai apertando. Quando a Taça Guanabara terminar, muito provavelmente teremos dois rivais entre nós e o bicampeonato. Se continuarmos fraquejando como aconteceu nas duas últimas partidas, o título pode ficar em risco.

As atuações…

Martin Silva – fez valer o gasto no voo fretado para sua participação na partida. Fez pelo menos três defesas espetaculares e garantiu o empate. No gol que sofremos não pôde fazer nada.

Madson – sofreu com Jorge, o lateral mulambo. Perdeu uma chance incrível por adiantar demais a bola e falhou no lance do gol adversário ao cortar uma bola para frente da área, no pé do Alan Patrick.

Rodrigo – vinha tendo sua atuação de sempre nos clássicos: jogando com firmeza, provocando os atacantes adversários e indo bem no combate de direto. Mas comprometeu sua atuação no lance do gol mulambo, quando ficou olhando o cruzamento enquanto deixou Marcelo Cirino livre para marcar

Luan – o aparente nervosismo do começo da partida foi diminuindo aos poucos. Fez uma partida correta.

Julio Cesar – esteve mal tecnicamente, errando muitos passes e sendo facilmente superado na marcação (sua lateral foi o melhor caminho para os mulambos atacarem) no primeiro tempo. Melhorou um pouco na etapa final, mas foi um dos que ficou olhando o Cirino entrar na área para fazer o gol sem fazer nada.

Marcelo Mattos – no primeiro tempo sofreu com a falta de ajuda na proteção à zaga; no segundo, teve mais liberdade para chegar ao ataque (quando quase marcou um bonito gol de cabeça) e acabou fazendo falta à frente da nossa área.

Julio dos Santos – em um clássico como o de ontem não dá pra manter em campo um jogador que marca tão pouco. Tanto foi que Jorginho o tirou ainda no intervalo para a entrada do Diguinho, que liberou o Andrezinho da marcação, mas piorou sensivelmente a nossa saída de bola e ainda fez uma penca de faltas.

Andrezinho – enquanto o paraguaio estava em campo não apareceu tanto na criação. Melhorou no segundo tempo, podendo iniciar as jogadas de ataque mais livremente e aparecendo mais para concluir jogadas.

Nenê – foi muito marcado? Foi. Não conseguiu criar tanto quanto se espera dele? Fato. Mas basta olhar quem bateu o escanteio que originou nosso gol para comprovarmos, mais uma vez, o poder de decisão do camisa 10.

Jorge Henrique – ontem não prestou nem pra tal “função tática” de recomposição da defesa: se tinha que acompanhar o Jorge pela lateral, foi extremamente ineficiente na tarefa. Se machucou e saiu ainda no primeiro tempo, para a entrada de Caio Monteiro, que se não chegou a fazer a diferença foi infinitas vezes mais efetivo no ataque, criando boas jogadas. Quase marcou um bonito gol.

Thalles – mesmo não marcando gol teve uma boa atuação. Fez jogadas de pivô, deu liberdade para os companheiros ao chamar a marcação e passou bolas com inteligência. Acabou saindo para a entrada do Riascos, que mostrou mais uma vez estar em boa fase: voltando depois de um mês contundido, precisou de poucos minutos para marcar seu sétimo gol e garantir o empate.

***

Vale um comentário: tivemos dificuldades na partida, mas tudo seria muito mais fácil se o Sr. Wagner Nascimento Magalhães fizesse o trabalho dele com correção. Como de costume, tivemos um juiz pusilânime no comando da partida o que permitiu que a mulambada continuasse com 11 jogadores em campo. Tivesse a coragem de cumprir o seu papel de forma decente, o Sr. Wagner deveria ter expulsado o Guerrero (por uma cotovelada em Rodrigo fora da disputa da bola) e o Márcio Araújo (que derrubou o Nenê por trás já tendo levado um amarelo). Se o Framengo passasse os 45 minutos finais com dois jogadores a menos, dificilmente teria feito um gol no Vasco.

Não que o juizinho tenha favorecido os mulambos. Se quisesse, o Sr. Magalhães também poderia ter marcado uma penalidade a favor do rubro-negro. Mas é aquilo: tendo afrouxado na hora de expulsar o atacante peruano, o juiz usou a famosa lei da compensação. Coisa de árbitro fraco mesmo.

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voteHOJE é o último dia para vocês darem uma moral para o Blog da Fuzarca no Prêmio Top Blog! Vocês têm até as 18 horas dessa quinta-feira para votar no nosso bloguinho e ajudar a trazer mais um caneco para a torcida vascaína. Para votar – lembrando que é possível votar mais de uma vez – basta clicar no banner que está aí na lateral direita da página ou clicar aqui.

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Antes de tudo, seriedade

530604821Há mais de um ano sem nos vencer (sete partidas em sequência), há quatro jogos sem ganhar ou sequer marcar gols, eliminado da tal Liga, fora da zona de classificação para a semifinal do Estadual, treino invadido por torcedores…É, a mulambada entrará em campo hoje contra o Vasco com um pé na crise e o outro também. A situação do Framengo está tão complicada que o Globo de hoje admite, não sem certa relutância, que o Vasco é favorito na partida de logo mais no Mané Garrincha.

Mas que não pensemos que isso de alguma forma nos favorece. O desespero leva a atitudes desesperadas e os mulambos sabem que mais uma derrota para seu maior rival estragará de vez o que já está azedando na urubulândia. Se lembrarmos que ao final do jogo a Taça Guanabara terá passado da metade e os rubro-negros podem terminar a rodada na sexta colocação, podemos imaginar o quão importante é uma vitória para eles. Sair vitorioso de um clássico, ainda mais contra o Vasco, seria uma fórmula mágica para acabar com a crise na Gávea.

Mas o Framengo merece tanta preocupação assim, JC?”, pode perguntar o incauto leitor. Absolutamente. Pelo que vem jogando, a mulambada não ofereceria maiores problemas para nós que um Boavista, por exemplo. Minha preocupação não é com nosso adversário, mas sim, com o Vasco. Ou sendo mais preciso, com a postura que tivemos nas partidas anteriores.

Nos últimos três tempos que o Vasco disputou (desde a etapa final do jogo contra o citado Boavista), o time apresentou um futebol abaixo da crítica. Mesmo que tenhamos vencido a equipe da Região dos Lagos e o Botafogo, não rendemos metade do que poderíamos render. Se mantivermos o nível de atuação dessas duas partidas, e pior, se a equipe ainda entrar pensando no momento ruim do adversário ou no recente tabu que impusemos aos mulambos, corremos sérios riscos de promover a ressurreição do urubu cadavérico.

Em outras palavras, o Vasco não pode entrar em campo levando em consideração as enormes limitações mulambas. Temos que entrar no jogo concentrados e com a mesma gana de vencer que tivemos contra Bangu e no primeiro tempo contra o Boavista (mesmo que o Framengo não ofereça a mesma resistência que os dois). O adversário pode ser fraco, mas estando à beira do precipício, pode sim nos surpreender.

Os comandados do Jorginho precisam entrar em campo focados unicamente nos próprios objetivos: uma vitória hoje nos deixará não apenas com a mão na vaga, mas encaminhará definitivamente a conquista da Taça Guanabara. Ganhar da mulambada é ótimo e vamos poder manter a rotina de zoações após a partida. Estando em campo, precisamos fazer diferente do que fizemos contra a cachorrada e jogar tudo o que podemos, com o máximo de seriedade. Se fizermos isso, a vitória virá naturalmente.

Flamengo X Vasco

Flamengo X Vasco

Paulo Victor; Rodinei, Juan, Wallace e Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão e Ederson; Gabriel, Paolo Guerrero e Emerson Sheik.

Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Julio dos Santos, Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Thalles (Riascos).

Técnico: Muricy Ramalho.

Técnico: Jorginho.

Estádio: Mané Garrincha. Data: 30/03/2016. Horário: 21h45. Arbitragem: Wagner Nascimento Magalhães. Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Thiago Henrique Neto Farinha.

As redes Bandeirantes (RJ, MG, ES, DF, PE, BA, AL, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO) e Globo (RJ, SC, MG, ES, TO, SE, PB, RN, PI, MA, PA, AM, RO, AC, RR, AP e DF) transmitem ao vivo. O canal PFC transmite para seus assinantes em todo país .

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Sem chance para a caça

Corbett-02Diz o ditado que “um dia é da caça, outro do caçador”. Mas contra o Tigres, vice-lanterna geral de um campeonato como o Cariocão, que não conseguiu sequer um empate nas quatro primeiras rodadas e que foi sapecado pelo irregular florminense na última rodada, não há como. O Vasco deve caçar e abater a “Fera da Baixada” sem maiores complicações.

E quando falo DEVE não é no sentido de “provavelmente vencerá”, mas sim, como uma OBRIGAÇÃO mesmo. Quem acompanha o blog sabe que sempre digo que no futebol é que não existe isso e que zebras sempre podem acontecer. Mas por mais que Jorginho ainda tenha o que ajudar no seu time, é inaceitável que o Vasco não tenha capacidade de passar com facilidade por um dos times mais fracos de uma competição que beira a indigência técnica como esse Estadual.

E nosso treinador começou bem. Após a vitória habitual sobre a mulambada, Jorginho teria dito não ter certeza se manteria o 4-4-2 escolhido no clássico. Pensava o técnico que, contra equipes mais fracas, ele poderia abdicar de um volante por uma opção mais ofensiva. Ainda bem que Jorginho pensou melhor: um atacante a mais ou um volante a menos não torna uma equipe mais eficiente no ataque, como provou a tentativa com três atacantes na vitória sobre o Voltaço.

Com a permanência do Marcelo Mattos no time, teremos um time mais equilibrado, com maior proteção à zaga e, mais importante, mais liberdade para Andrezinho ajudar Nenê na criação. Resumindo, com mais gente armando jogadas, o Vasco terá maior força ofensiva, mesmo tendo um atacante a menos. E há outra vantagem: se essa será a formação para jogos mais complicados, Jorginho já dá entrosamento ao time que jogará as partidas decisivas da competição. Esse negócio de mudar o time de acordo com o adversário é muito legal quando se tem um elenco recheado de boas opções, algo que definitivamente não temos.

Jogando com a melhor formação que tivemos até agora contra um dos times com o pior desempenho na competição, não dá pra apostar em outro resultado além de uma vitória vascaína. Mesmo que entre em campo com toda a ferocidade disponível, dificilmente o Tigres será um adversário que chegará a dar muito trabalho.

VascoXMadura

Tigres X Vasco

Renan; Alex, Sérgio Raphael, Rodrigo Sam e Lucas Fernandes; Gabriel, Léo Bartholo, Giovanni e Diogo Sodré; Kelvy e Fabiano Oliveira.

Martín Silva; Madson, Luan, Rafael Vaz e Julio César; Marcelo Mattos, Julio dos Santos, Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Riascos.

Técnico: Marcelo Cabo.

Técnico: Jorginho.

Estádio: Los Larios. Data: 20/02/2016. Horário: 19h30. Arbitragem: Rodrigo Carvalhaes De Miranda. Auxiliares: Eduardo De Souza Couto e Gilberto Stina Pereira.

O Canal SporTv transmite ao vivo para todo o Brasil. O canal PFC transmite para seus assinantes em todo país .

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Perguntinha: alguém consegue ver qualquer outro motivo além de tentar prejudicar os outros no pedido – oficial, vale lembrar – do Vasco para que a FERJ puna mulambos e flores por estarem disputando sei lá que campeonato além do Estadual? Se as atitudes dos rivais não prejudicam o Vasco, por que a diretoria tem que se meter nessa história?

Ah, dirão alguns, mas se eles forem punidos, quem se dá bem é o Vasco.

Mesmo? E “se dar bem” com outros sendo prejudicados é mérito em que? Queria muito ter uma diretoria que se preocupasse em fazer do Vasco um clube tão forte que não precisasse desse tipo de artifício.

Vejam, a questão aqui não se trata da FERJ ser arregona e não ter peito para cumprir os próprios regulamentos. O correto seria a urubulândia e o laranjal serem punidos? Claro. Mas o que me parece feio é o Vasco ter que se meter numa história na qual não tem participação alguma. E o pior: a diretoria se presta ao papel de lançar notinhas oficiais exigindo punições, as punições não sairão – ou alguém acredita que a Federação vai punir Fra e Flor? – e quem passa o recibo de apelão é  o Vasco.

Desnecessário. Pra dizer o mínimo.

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