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Obrigado e boa sorte

JorginhoEncaremos os fatos: Jorginho já está fora do Vasco.

O zum-zum-zum na imprensa dizia que ele já teria feito o acordo verbal com o Cruzeiro, mas que ainda não tinha conversado com o Dotô a respeito. Depois de ter conversado, Jorginho seguiu não negando nada e o Eurico veio com o papinho de que “é preciso respeitar a decisão do profissional”.

Na coletiva após o treino de ontem, Jorginho foi tão incisivo ao falar que seu foco são os dois jogos contra o Botafogo que é impossível não ver o sentido por trás das suas palavras. O foco, ou sendo mais claro, seu compromisso com o clube, irá apenas até depois das finais.

Não há muito mais o que falar sobre o assunto, ainda mais depois das ótimas colunas do Garone e do Bruno Guedes a respeito. Mas sem querer apelar para emoção como fez o primeiro, nem utilizar argumentos racionais para deixar claro que esse não seria o melhor momento para o técnico sair do clube como fez o segundo, acho válido apresentar um outro ponto de vista.

E, na minha modesta opinião, se o Jorginho quer sair, que saia.

Não se trata de fazer pouco do profissional, que até fez um bom trabalho. Mas achá-lo indispensável é exagero. Até o momento, seus maiores méritos foram ter QUASE conseguido evitar um rebaixamento (e por mais que alguns não se lembrem, parte desse QUASE também foi responsabilidade do treinador) e chegar às finais do Estadual. Ou seja, o mesmo que fez Adilson Batista entre 2013 e 2014, e sejamos francos, com um elenco pior em mãos.

Não que para o Vasco a saída seja boa. Discordando um pouco da coluna do Guedes, pode até ser que Jorginho tenha mais a perder, mas também teremos problemas sérios. Por exemplo, se havia algum planejamento para o Brasileiro, que começa em duas semanas, podemos jogar tudo fora. Será preciso encontrar um treinador bom e que tenha a humildade de manter o que há de positivo no time. E mesmo que encontremos, qualquer mudança no comando da equipe irá fatalmente trazer reflexos negativos justo no começo da competição.

Claro também que é muito fácil para mim sair cornetando o Jorginho, ignorando completamente a montanha de dinheiro que o Cruzeiro jogou no seu colo. Igualmente não há como negar que se conseguir emplacar um bom trabalho no time mineiro fará um bem danado para sua carreira. Mas se Jorginho não enxerga que o oposto também pode ocorrer e que uma demissão precoce na Raposa pode fazer com que ele retroceda profissionalmente para um patamar abaixo do que estava antes do Vasco, o que se há de fazer? Ficar com um treinador insatisfeito no comando também não é a maior das maravilhas.

Se fosse eu a decidir, não teria dúvidas em manter o Jorginho como treinador do Vasco. Mas mesmo com todos os percalços que sua aparentemente certa saída trará ao clube, não será o fim do mundo. Há uma falta de técnicos bons e que não peçam exorbitâncias para trabalhar? Há. Mas esse fato não torna o Jorginho nem melhor, nem pior técnico do que é. E há o que, para mim como vascaíno, é imperdoável: cogitar abandonar a equipe às vésperas do Brasileiro, sabendo que isso vai prejudicar o clube que inegavelmente deu uma levantada na sua carreira. Grana é importante e comandar um time da elite é uma grande vitrine, mas uma saída dessa forma só pode ser adjetivada como ingratidão.

É por isso que reafirmo minha opinião. Se o Jorginho acha que o melhor é aceitar a proposta cruzeirense, só nos resta agradecer os serviços prestados ao Vasco e desejar-lhe boa sorte.

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Claro que, apesar de todas as evidências tanto vindas do Jorginho como do Eurico, não podemos descartar a avidez da imprensa em colocar profissionais de um clube em outro ao menor sinal de uma proposta feita. Ano passado, levando-se em consideração o que um monte de jornalistas disseram, Doriva não chegaria a ser demitido do Vasco porque teria ido de mala e cuia para o Grêmio. À época, Doriva também tinha sido reticente ao ser questionado sobre a transferência, também evitou negar que não estivesse indo para Porto Alegre e, no final das contas acabou ficando em São Januário.

Mas vale lembrar também que depois da conversa com o Eurico, o Dotô não falou momento algum em “respeitar a decisão do profissional” como fez agora.

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O Rio é nosso!

Não é de hoje que o Estadual do Rio tem a fama de ser um campeonato mequetrefe, desorganizado, sem público e envolto em reclamações por todos os lados. E ninguém que acompanhe o futebol carioca pode negar que essas críticas são verdadeiras na maioria do tempo, muito por conta da Federação. Ainda assim, nada tira os méritos e o brilho da conquista vascaína, não apenar por nos tirar da maior fila que já ficamos para levantar a taça, mas por deixar bem claro que na hora da decisão, o Gigante fez por merecer o título no campo e nas arquibancadas.

A campanha que acabou com o longo jejum de 12 anos teve seus altos e baixos, mas nos jogos decisivos, o Vasco mostrou ser superior a todos os seus adversários. Entrando nas semifinais e nas finais precisando reverter a vantagem do empate que pertencia aos seus oponentes, o time da Colina superou essa dificuldade nas duas oportunidades com três vitórias e um empate (que poderia ter sido diferente caso a arbitragem fosse menos covarde no primeiro jogo contra a mulambada). E não apenas passamos invictos pelo Framengo e pelo Canil como indiscutivelmente fomos melhores que ambos em todos os confrontos.

O herói da final e o artilheiro do time (foto: www.vasco.com.br)

De frente pra câmera, o herói da final e o artilheiro do time (foto: http://www.vasco.com.br)

Vão falar, e é justo que digam, que ser melhor não significa que jogamos um bom futebol. E, em grande parte isso é verdade. O nível do Estadual esse ano realmente foi muito fraco e foi raríssimo vermos uma partida tecnicamente aceitável. Mas o time comandado pelo Doriva foi o que melhor conseguiu superar suas limitações e o que mostrou o futebol mais eficiente. Negar isso é ignorar os fatos: em sete clássicos, vencemos quatro, empatamos dois e perdemos apenas um (e esse, numa sequência de acidentes daquelas que só o dilúvio que caiu sobre a Arena justifica).

As finais contra o Botafogo deveriam servir para acabar com discussões e mimimis. Nos 180 minutos fomos superiores, seja tendo mais posse de bola, quando precisávamos vencer a primeira partida, seja em um jogo mais equilibrado, quando poderíamos nos dar ao luxo de empatar. O alvinegro, que também fez por merecer ser um dos finalistas, não chegou a ameaçar nosso título em momento algum ontem. Ontem era de se esperar que eles exercessem uma pressão no início da partida, mas depois que igualamos a partida, o que vimos foi um Vasco seguro dentro de campo e que não permitiu que a pressão se transformasse em lances de muito perigo.

O primeiro gol vascaíno, no finzinho do primeiro tempo veio para tornar a missão botafoguense ainda mais complicada. Tanto que na volta do intervalo eles vieram com tudo o que podiam, até que conseguiram o empate aos 30. Mas nosso adversário pouco conseguiu fazer além de dar um último suspiro de emoção para seus torcedores. Depois do empate, ficou claro que o time de General Severiano não teria forças para reverter o placar. O gol do Gilberto, já nos acréscimos da etapa final só confirmou o inevitável e trouxe um motivo extra para os vascaínos fazerem a festa na Arena, já dominada pela nossa torcida.

Foto: Staff Fotos/Twitter Maracanã

Foto: Staff Fotos/Twitter Maracanã

O título veio para fazer justiça ao Vasco, que merecia estar comemorando o bicampeonato estadual e poderia ter acabado com o jejum desde 2014. Pelo que fizemos no gramado, nas arquibancadas e pelas ruas de todo o estado, hoje o Rio de Janeiro é merecidamente nosso.

As atuações…

Martín Silva – uma atuação que resumiu sua participação no campeonato: nas poucas vezes em que foi exigido correspondeu plenamente, com boas defesas e saídas do gol.

Madson – Renê Simões fez um bom trabalho, obrigando o garoto a se preocupar mais com a marcação que com o apoio. Ainda assim, quando teve a chance de subir ao ataque, levou perigo. Numa de suas arrancadas quase marcou um belo gol, mas chutou muito mal. No lance do gol, demorou a sair da área e foi quem deu condição ao jogador alvinegro para marcar.

Luan – o único cochilo foi no lance do gol botafoguense. No resto da partida, se saiu melhor que o ataque adversário em praticamente todas as disputas de bola. Quase marcou no primeiro tempo após uma boa jogada ensaiada em cobrança de falta.

Rodrigo – soberano na área, mostrou um posicionamento perfeito e ganhou quase todas as bolas pelo alto. Assim como seu companheiro de zaga, o único deslize foi no lance do gol alvinegro, quando não evitou o passe para o atacante que estava livre para marcar.

Christiano – tentar não falar mal do pior titular da equipe é complicado. Podemos dizer que, ao completar o time, eventualmente ajuda na marcação e leva o time ao ataque, apesar de vacilar nas duas funções. Não consegue concluir qualquer jogada no apoio e ontem, foi outro a preferir olhar lance que originou o gol adversário a marcar e permitiu que Diego Jardel recebesse livre para marcar.

Guiñazú – calou a boca dos seus críticos – ou seja, 100% da imprensa esportiva – nos jogos decisivos. Marcou implacavelmente nas quatro partidas, conta-se nos dedos as faltas que marcou nos 360 minutos que esteve em campo e em momento algum confundiu firmeza com truculência. Para coroar seu belo campeonato, deu a assistência para o gol de Rafael Silva e entrou com méritos para a história do Vasco ao ser o capitão do time que encerrou o maior jejum do clube na competição.

Serginho – é daqueles volantes anacrônicos, que não conseguem fazer muito além de dar o combate. Ontem ainda deu umas vaciladas, se posicionando mal em alguns momentos e errando passes além da conta. Mas após o empate botafoguense, se superou e passou a jogar com mais atenção, sendo importante para refrear a breve empolgação adversária.

Julio dos Santos – teve uma atuação mais discreta que a do primeiro jogo da final, mas ainda assim foi decisivo ao participar do lance do gol do Rafael Silva. Cedeu lugar ao Lucas no fim do jogo, que entrou para reforçar a marcação e garantir o empate que nos daria o titulo. Mas acabou fazendo mais que isso, dando a assistência para Gilberto fechar o caixão alvinegro.

Rafael Silva – indiscutivelmente o herói das finais, com um gol em cada jogo, Rafael não merece elogios apenas por isso, mas também pela sua aplicação tática e a disposição apresentada em cada momento que esteve em campo. Saiu para a entrada de Marcinho, que mais uma vez mostrou que sua contratação foi um equívoco total e absoluto. Está muito mais para candidato à capitão da barca que deveria sair da Colina para desinchar o elenco antes do Brasileiro que para craque do time do início de temporada (o que era a intenção da diretoria).

Dagoberto – mesmo sem marcar, foi a melhor atuação de Dagol pelo Vasco. Deu o toque de experiência que o time precisava no ataque, ditando o ritmo do setor ofensivo. Levou um cartão amarelo meio inexplicável e Bernardo acabou entrando em seu lugar e não conseguiu fazer algo digno de nota.

Gilberto – demonstrou suas melhores qualidades na partida e foi decisivo por isso: no primeiro gol, mostrou o quanto é combativo e roubou a bola que iniciou o lance; o faro de artilheiro ficou provado no seu gol já nos acréscimos do segundo tempo. O artilheiro do Vasco na competição pode não ser um jogador brilhante, mas com um meio de campo mais eficiente, pode marcar gols adoidado.

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Update: minha coluna de hoje no Vasco Expresso já está no ar! Basta clicar aqui para conferir

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Pra quebrar de vez

TABUPoucos se deram conta, mas foi em 24 de novembro do ano passado que o Vasco oficialmente entrou no maior jejum de conquistas estaduais de sua história. Nesse dia, completamos 11 anos, oito meses e um dia sem levar uma taça do Carioca para a Colina, superando o período que ficamos sem o título entre 1959 (a campeonato de 58 só foi decidido em janeiro do ano seguinte) e 1970. Fosse o mundo mais justo e os juízes menos incompetentes, já teríamos saído dessa fila de espera, já que o Vasco só superou o período sem um Estadual graças a desavergonhada garfada que sofremos na final contra a mulambada em 2014.

Hoje temos uma nova chance de acabar com esse tabu, que já dura tempo demais (pra ser preciso, 12 anos, 1 mês e 10 dias). Para isso, precisamos ao menos de um empate logo mais na Arena, na finalíssima contra o Botafogo. E se levarmos em consideração apenas o que podem fazer em campo os jogadores, essa é a melhor chance que temos em anos para acabar com a maldição do Estadual.

Digo isso por conta do que vimos no primeiro jogo da decisão. Vasco e Botafogo são times com limitações óbvias e têm no conjunto e na disposição seus pontos fortes. Mas a vantagem do empate – que não deve de maneira alguma ser utilizada como objetivo para o time do Doriva – pode ser decisiva, já que temos na defesa nosso principal diferencial. O alvinegro, que mostrou um poder ofensivo maior que o nosso ao longo do campeonato, pouco conseguiu nos ameaçar nos dois confrontos que tivemos nesse Carioca: marcou um gol de pura sorte no jogo da Taça Guanabara e, pela primeira vez no ano, não conseguiu sair do zero no jogo de domingo passado. Ainda assim, precisaremos de ainda mais atenção na defesa, para não dependermos da sorte como aconteceu na primeira partida, já que mesmo criando pouco, o Canil teve as chances mais claras de gol ao longo dos 90 minutos.

Começar a partida com um placar que nos interessa pode ser uma motivação para que a cautela seja a principal característica do Vasco hoje, mas seria muito adequado que Doriva e seus comandados lembrassem da máxima que diz que a melhor defesa é o ataque. Como o Botafogo precisa marcar gols, deve imprimir um ritmo forte no começo do jogo e será natural se virmos um Vasco a espera dos contra-ataques.

Seja ou não temerária essa opção, é indispensável que sejamos mais eficientes com a bola nos pés. Diminuir os espaços no meio de campo, procurando uma maior compactação entre volantes e meias, e ter mais precisão nos passes é imprescindível para aproveitarmos os contragolpes. A saída do Marcinho, que tem falhado muito nesse fundamento, pode ajudar, desde que Rafael Silva ou Bernardo, seus possíveis substitutos, saibam quando é a hora de carregar a bola em velocidade ou passar de primeira para iniciar as jogadas pelas laterais do campo, seja com Dagol ou Madson. Conviria também um maior capricho nos cruzamentos, mas aí acho que já é esperar demais.

Temos a vantagem do placar igual, com Luan e Rodrigo temos a defesa mais sólida do campeonato e na comparação, um time com jogadores com maior capacidade – em teoria – de decidir uma partida. Chegou a hora do Vasco permitir que a torcida liberte o grito de campeão, que no Rio está preso em nossa garganta por tempo demais.

Campeonato Estadual 2015

Botafogo x Vasco

Renan, Gilberto, Renan Fonseca, Diego Giaretta e Carleto; Marcelo Mattos, Willian Arão, Fernandes e Tomas; Rodrigo Pimpão e Bill.

Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo e Christiano; Serginho, Guiñazu e Julio dos Santos; Rafael Silva (Bernardo), Dagoberto e Gilberto.

Técnico: Renê Simões.

Técnico: Doriva.

Estádio: Arena Maracanã. Data: 03/05/2015. Horário: 16h. Arbitragem: Wagner do Nascimento Magalhães. Auxiliares: Rodrigo Corrêa e Dibert Pedrosa Moises.

As redes Bandeirantes (RJ, MG, ES, DF, PE, BA, AL, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO), Globo (RJ, MG, ES, DF, PE, BA, AL, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO)  transmitem ao vivo. O canal PFC transmite para seus assinantes em todo país .

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A Arena é um estádio mais acanhado do que era o Maraca de verdade e o número de lugares não seria mesmo o bastante para uma decisão como a de hoje. Como a torcida alvinegra não compareceu às bilheterias como deveria, natural que os milhares de vascaínos que desejam estar presentes em um momento que pode ser história comprassem os ingressos encalhados da torcida rival. Mas que isso não seja motivo para tumultos, confusões e brigas. Convém aos vascaínos que assistirem ao Setor Norte tenham bom senso para evitar provocações (independente dos resultados) e que os botafoguenses tenham o mínimo de civilidade para não descontar possíveis frustrações partindo para agressão. Vale lembrar que as torcidas de Vasco e Botafogo têm um histórico bom relacionamento. E, mesmo que não tivesse, nada justifica a violência.

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Sei que o momento nem é o momento mais adequado para dar destaque aos arautos do mimimi, que a essa altura merecem mesmo é serem ignorados, mas é mais forte que eu. Na coluna de hoje do jornalista/torcedor mais conhecido da imprensa esportiva, foi dito o seguinte:

Campeão? O Rubinho…
Botafogo e Vasco decidem hoje, aquele que foi, sem dúvidas, um dos piores e mais esculhambados Estaduais do Rio dos últimos anos. Não somente pela fraquíssima qualidade dos envolvidos (aí incluindo os quatro grandes) como pelos absurdos do regulamento, que cortou pela metade a vantagem do empate adquirida através dos pontos corridos (…).

Fiz questão de pesquisar o que o Rosto de Madeira Prensada falou em sua coluna de 13 de abril de 2014, dia da última partida da final do Estadual entre Vasco e Mulambos. À época, o dublê de colunista/torcedor fez as mesmas críticas ao Estadual, da organização do campeonato à qualidade do futebol apresentado. Mas, curiosamente, não há qualquer referência ou crítica ao regulamento da competição do ano passado, idêntico ao desse ano.

A diferença? Ano passado a mulambada venceu o campeonato com dois empates (sempre vale lembar, o último deles com ajuda decisiva do juiz), como mandava o regulamento.

A cara de pau é igual a zueira na internet: não tem limites.

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Os 12 trabalhos do Vasco

hercules1º de maio, dia do trabalho, vale a felicitação a todos nós que ralamos todo dia e que sofremos ainda mais com a crise braba que atravessa o país.

Mas na antevéspera de uma final de campeonato, o pensamento de toda a torcida está voltado para alguns trabalhadores específicos, mais claramente os jogadores e a comissão técnica do Vasco. Esses, que aliás devem ter treinado mesmo nesse feriado (o que para eles é parte do trabalho), merecem parabéns extras por terem chegado onde chegaram e um reforçado desejo de boa sorte pelo que farão no próximo domingo.

Hoje vale também lembrar de Hércules, sujeito famoso justamente por ter que fazer 12 trabalhos que, se não foram tão complicados como sustentar uma família com o salário mínimo brasileiro, foram osso duro de roer. Não à toa, nos legaram o termo “hercúleo”, o adjetivo que se dá às tarefas difíceis que temos pela frente, como superar as arbitragens mequetrefes de toda partida.

E o Vasco também terá que encarar 12 missões brabas para chegar ao título estadual. Algumas já foram cumpridas (completamente ou não) e outras ainda serão. Mas vamos a elas.

1) Transformar um bando desacreditado de jogadores recém contratados em um time;

Com o elenco muito renovado, um técnico novo e vários jogadores desconhecidos, o primeiro desafio foi fazer o amontoado de caras novas ter cara de Vasco. Tecnicamente, ainda estamos longe (ou muito longe) disso. Mas Doriva conseguiu ao menos fazer uma equipe que se empenha muito.

2) Superar o descrédito da torcida;

Pelo futebol mostrado ao longo do campeonato, podemos colocar essa tarefa como uma das tarefas não completas do Vasco. Mas o apoio da torcida nessa final mostra que a preocupação do vascaínos, agora, é apenas com o Brasileirão.

3) Suportar a perseguição da imprensa;

Tarefa constante na história do clube, esse ano foi um trabalho ainda mais complicado, com a volta do Eurico à presidência e o mimimi dos eliminados, que não tendo peito para assumir seus defeitos, colocou a culpa pelos seus fracassos no suposto favorecimento da federação ao clube.

4) Bater os pequenos;

Essa também não foi cumprida completamente, já que empatamos com alguns e ainda conseguimos perder para o Friburguense.

5) Confrontar os maiores rivais;

Na Taça Guanabara, uma vitória, um empate e uma derrota. Mas o mais importantes foram as vitórias quando as partidas foram pra valer.

6) Superar a semifinal;

Tarefa plenamente completada, com um mérito a mais: ter sido sobre o maior rival.

7) Reverter a vantagem no primeiro jogo da final;

Outra missão completa, com a vitória dramática sobre o canil.

8) Vencer a maratona para a compra de ingressos;

Filas quilométricas, site que não funciona, deslocamento para a retirada de ingressos comprados pela internet. Nada disso impediu que a torcida vascaína completasse sua parte dos trabalhos. E com recorde.

9) Invadir o lado do outro finalista;

Só completaremos essa missão no dia do jogo. Mas pelo tamanho do encalhe no lado alvinegro e a venda de todos os ingressos disponíveis, será inevitável vermos uma Arena Maracanã quase toda tomada pelos vascaínos.

10) Apoiar o time nos 90 minutos do jogo final;

A terceira missão que nos cabe também é quase uma certeza: vamos calar a pequena torcida botafoguense e empurrar o Vasco rumo ao título

11) Mostrar empenho e honrar a camisa na partida;

Essa tarefa deveria ser a mais fácil, já que isso é o mínimo que se exige a quem usa a armadura cruzmaltina. De qualquer forma, ver os 11 vascaínos dentro do gramado suando a camisa e fazendo de tudo pela conquista é mais importante até que o título. Isso porque o resultado que queremos é consequência; honrar a cruz de malta é obrigação.

12) Quebrar o tabu e encerrar o longo jejum.

Se a tarefa acima for cumprida a risca, temos tudo para conseguir ao menos um empate. E isso é o que precisamos para completar esse difícil trabalho, que nos premiará duplamente.

Desses 12 trabalhos, não faltam muitos a serem completados. Que no domingo todos os envolvidos se superem herculeamente para levarmos esse caneco para a Colina.

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Tudo nosso

hjsouvascoSempre que se aproxima um jogo decisivo do Vasco, um ou outro leitor me pede para que eu escreva um post chamando a torcida ao estádio. Algumas vezes faço, outras não, mas se fosse do meu gosto, não faria esse tipo de apelo nunca. E me parece óbvia a razão para pensar dessa forma: não deveria ser necessário que alguém venha dizer ao torcedor que deve ir aos jogos apoiar o time. Seja um jogo decisivo ou não.

É, sou um romântico. Sempre digo que, se tivesse condições, iria a todos os jogos do Vasco, TODOS mesmo, seja na Colina, na Arena, no Rio, no Acre ou na Cochinchina. Acredito que o lugar natural de um vascaíno é na arquibancada, empurrando o Gigante onde for, contra que for, com uma equipe formada por quem for, com a diretoria que for. E tendo a crer que esse é o pensamento de qualquer torcedor do Vasco. Ou, pelo menos, deveria ser.

Mas isso é desejar um mundo ideal. Talvez seja. Mas ainda que muitos torcedores – e agora eu não falo apenas dos vascaínos – não pensem como eu, é impossível um coração cruzmaltino não atender ao chamado da paixão em uma final. Ainda mais em uma final que pode encerrar, de uma vez, um jejum tão longo e um tabu enjoado.

E os vascaínos mostraram de forma contundente quão desnecessárias seriam as convocações, sejam feitas pelos jogadores, pelo presidente e, ainda menos importante, por esse humilde bloguinho. Nossa torcida não apenas comparecerá em peso ao último jogo do Estadual, como acabou com os ingressos destinados aos vascaínos em tempo recorde. E como não havia mais ingressos para os vascaínos, começamos a comprar lugares destinados aos botafoguenses, que em comparação ao ritmo das vendas para o nosso lado, estavam encalhando. Será provavelmente o clássico com a maior diferença entre as torcidas na recente história da Arena Maracanã. O estádio será praticamente todo nosso.

Os quase 50 mil vascaínos que madrugaram nas filas ou na frente dos computadores esperando o site da Arena se dar ao luxo de funcionar lotarão as arquibancadas e cadeiras do estádio, fazendo a festa por um momento, que todos esperamos, será histórico. E mais bonito que o recorde nas vendas, que a invasão do canil no estádio e mesmo que a festa que faremos durante a partida – com o prometido mosaico montado nas arquibancadas e tudo – é ver que nossa torcida já fez a sua parte na decisão. Estaremos lá, torcendo e empurrando o time ao longo dos 90 minutos da decisão. Que nossos jogadores sigam o exemplo e façam sua parte com a bola rolando.

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O primeiro passo

Arte sobre foto de www.vasco.com.br

Arte sobre foto de http://www.vasco.com.br

Como não poderia deixar de ser, Vasco e Botafogo fizeram uma partida equilibrada, com muita correria (ou “intensidade”, como gostam de falar os professores da bola) e mais suor que inspiração. Mesmo com as evidentes limitações técnicas de ambos os times, os finalistas fizeram um dos melhores jogos da competição, que se não foi exatamente bem jogado, teve emoção de sobra. E, o melhor para nós, terminou com o Vasco conseguindo fazer o que precisava na primeira partida da final: venceu o jogo por 1 a 0, reverteu a vantagem alvinegra e nos deixou a um empate do título.

A partida teve momentos distintos, com as duas equipes se alternado no efetivo controle do jogo. O Botafogo, que poderia jogar com o regulamento debaixo do braço, não faz como a mulambada e se recusou a ficar esperando o contra-ataque. Logo no primeiro minuto quase marcou um gol, e só não fez por conta de Martín Silva, que fez boa defesa. O Vasco demorou algum tempo para se encontrar na partida, o que só aconteceu por volta dos 15 minutos, quando conseguiu equilibrar as ações. Depois da parada técnica, a balança pendeu para o nosso lado: com a marcação mais ajustada e alternando jogadas pelos dois lados do campo, passamos a dominar o jogo, e com ampla superioridade (chegamos a ter 70% da posse de bola na primeira etapa). Mas a pressão não se transformava em chances reais de gol, um problema que tivemos ao longo de todo o campeonato. Mesmo chegando com certa facilidade à área alvinegra, pecávamos sempre nos cruzamentos, no último passe ou na finalização.

O segundo tempo repetiu o primeiro. Renê Simões mexeu na sua equipe e o Botafogo voltou ser mais ofensivo. E justo quando o Vasco igualar novamente as ações, Doriva começou a mexer na equipe: as duas primeiras, as saídas do inoperante Marcinho e do cansado Dagoberto por Rafael Silva e Bernardo, se não trouxeram uma melhor evidente ao time, pelo menos não comprometeram seu desempenho. O problema foi quando, as 30 minutos, o treinador vascaíno tirou Julio dos Santos para reforçar o ataque com Thalles. O paraguaio era o único que dava alguma vida ao meio de campo vascaíno, e com sua saída, perdemos completamente o setor para o Canil. Sem qualquer articulação, passamos a rifar a bola da nossa intermediária e rezar para que alguém na frente conseguisse alguma coisa.

Aí o Botafogo cresceu no jogo. Recuperando a bola e avançando em velocidade, chegava com mais perigo à nossa zaga. Tiveram pelo menos duas chances claras de gol, uma delas já aos 40, quando foi a vez de Martín contar com a sorte e ver um chute de William Arão explodir no travessão. E podemos dizer que a sorte nos sorriu mais uma vez no último lance da partida: Bernardo, que até o momento não tinha justificado sua entrada, erra uma cobrança de falta na intermediária, a bola cruza toda a zaga botafoguense e quem aproveita é Rafael Silva, que acredito e balançou a rede de Renan aos 46 minutos. A Arena explodiu com a massa vascaína e a nossa festa foi até depois do apito final.

Demos o primeiro passo para o título, mas o que aconteceu ao longo do primeiro jogo da final deixou claro que nada está resolvido. O Botafogo, que já passou pela mesma situação na semifinal e conseguiu reverter uma derrota no primeiro jogo, pode não ter tido mais posse de bola, mas foi quem teve as chances mais claras para marcar. Doriva tem uma semana para tentar resolver o que não conseguiu ao longo de todo campeonato: fazer com que criemos mais jogadas, erremos menos cruzamentos e sejamos mais competentes nas finalizações. Sem isso, corremos o risco de ainda depender das bolas paradas, ou pior, de surpreender a defesa alvinegra com bolas mal batidas como a do Bernardo. Isso é muito pouco. Precisamos fazer com que nossa habitual maior posse de bola seja efetiva. Se quisermos sair da fila de espera do Estadual, não podemos contar apenas com a sorte e com a vantagem do empate.

As atuações…

Martín Silva – antes de terminar o primeiro minuto de jogo, já mostrou que teria uma grande atuação, fazendo uma bela defesa. Mesmo sem ter sido tão acionado ou sem precisar realizar um dos seus conhecidos milagres, mostrou muita segurança quando necessário e sorte quando preciso.

Madson – faz tempo que o mundo já sabe que o moleque é nossa maior arma ofensiva e desde então sua vida não tem sido fácil com os marcadores. Mesmo assim, Madson fez uma grande partida, fazendo da lateral direita, como de costume, o caminho mais constante para nossas jogadas de ataque. O dia que acertar cruzamentos com uma frequência aceitável….já falei isso antes, né?

Luan – quando o meio de campo falha no combate e deixa a zaga na podre, tem que cortar um dobrado para resolver a situação. Em alguns momentos se sai bem, em outros, nem tanto.

Rodrigo – já deixou claro que, experiente como é, não dará mole para os atacantes adversários. Ontem foi a vez do Bill não conseguir fazer quase nada tendo o Rodrigo como sombra. Nosso zagueiro se saiu melhor em praticamente todas as disputas com o atacante alvinegro, que perdeu até na zoeira, tomando um beliscão na peitchola.

Christianno – como sempre, o ponto fraco do time. Faz o mínimo exigido, que é mostrar disposição, o que não conta muito, já que isso, o time todo faz.

Guiñazú – levou caneta, deu lençol, roubou uma penca de bolas, errou poucos passes (ainda assim, alguns imperdoáveis) e foi o guerreiro de sempre. Tudo isso sem cometer uma falta sequer.

Serginho – ainda que não tenha comprometido, erra passes demais para quem tem a função de apenas combater. E, mesmo assim, as vezes se perde no posicionamento, permitindo que a zaga tenha problemas.

Julio dos Santos – perdeu o gol mais feito do Vasco, ainda no primeiro tempo, numa bola que lhe caiu nos pés por sorte e preferiu tentar por cobertura, mesmo tendo tempo para dominar e recursos e espaço para driblar o goleiro. Ainda assim, foi o cérebro do time no meio de campo, iniciando bem as jogadas de ataque e dando bons passes. Sua saída para a entrada de Thalles só se justifica se o paraguaio cansou, já que o garoto não acrescentou nada ofensivamente e perdemos a única referência de criação do time.

Marcinho – nem começou a partida tão mal, procurando se movimentar e dar sempre uma opção de jogada, mas tem uma regularidade incrível nos erros, falhando tanto nos passes decisivos quanto nas finalizações. Rafael Silva entrou em seu lugar e antes de virar o herói do jogo, marcando o gol nos acréscimos. Deu maior movimentação ao ataque e quase fazendo um gol de placa em chute de fora da área.

Dagoberto – sua presença em campo já seria justificada pelo simples fato de ser uma opção pela esquerda que não seja o irritante Christianno. Enquanto agüentou o forte ritmo do jogo, foi bem, e foi outro a quase marcar um golaço, após chapelar humilhantemente seu marcador, matar no peito e finalizar, infelizmente por cima. Teve outras duas boas chances de marcar, mas acabou não chegando a tempo nos cruzamentos. Saiu para a entrada do Bernardo, que passaria mais uma vez em branco até mostrar sua estrela como jogador de segundo tempo: cobrou mal uma falta que acabou se transformando no passe para o gol do Rafael Silva.

Gilberto – continua sofrendo tanto com a marcação adversária quanto com a incapacidade do nosso time de lhe fornecer bolas em condição de finalizar. Passa muito tempo isolado no meio da zaga adversária, o que o obriga muitas vezes a se afastar de área, tornando-o menos efetivo.

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Não se esqueçam que hoje é dia de me aturar duas vezes! Tem coluna nova no Vasco Expresso também, na qual faço a pergunta: a quem interessa a constante acusação de favorecimento ao Vasco no Estadual? Clica aí e dê uma moral à coluna!

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Virtudes e defeitos

cartaModificando algumas poucas coisas, eu poderia repetir nesse post sobre o primeiro jogo entre Vasco e Botafogo pela final do Estadual de 2015 o que escrevi a respeito da primeira partida da semifinal contra a mulambada. Novamente teremos 180 minutos para decidir quem leva a melhor e mais uma vez temos a obrigação de sermos mais agressivos nessa primeira partida, já que precisamos reverter a vantagem dos dois empates que o alvinegro possui.

Contra a mulambada, poderíamos ter conseguido esse objetivo se tivéssemos pela frente um árbitro menos covarde. Mas a lição que podemos tirar da semifinal não é a da insatisfação com a arbitragem, mas sim, a de termos proposto mais o jogo nos dois confrontos contra a framengada. Chororôs à parte, conquistamos a vaga na final por termos sido melhores que a urublândia, ainda que não tenhamos dado um banho de bola.

E se conseguimos superar o favoritismo mulambo – tanto pela vantagem do empate como pelo discutível fator “melhor elenco” – podemos fazer o mesmo com o Canil, que se não tem tido um tratamento de favorito pela imprensa “especializada”, tem uma bela vantagem por jogar por dois empates. Basta lembrarmos o equilibrado 1 a 1 entre os dois times na Taça Guanabara para termos a noção exata da importância de vencermos hoje: contra um adversário tão parelho, ter o direito de jogar pela igualdade no placar na segunda partida pode fazer toda diferença.

Sobre o time que terá a missão de reverter a vantagem botafoguense para o nosso lado, não há muito o que falar que todo vascaíno não conheça. A possível entrada de Dagoberto (infelizmente no lugar do Rafael Silva , ao invés do Marcinho, o que me pareceria mais justo) não fará, a princípio, uma revolução na equipe. Se ao longo do campeonato mantivemos as mesmas virtudes e defeitos, não será uma solitária alteração de jogadores ou essa última semana de treinos que trará novidades significativas. Teremos uma defesa forte e exploraremos muito as jogadas pelo lado de campo (principalmente pela direita, com Madson) e as bolas paradas, nossa principal arma; por outro lado, as eventuais falhas de cobertura pelas laterais, a dificuldade para criarmos jogadas ofensivas e a recorrente utilização de ligações diretas também devem continuar.

 Mas foram com essas qualidades e deméritos que conquistamos o direito de disputar a final. E com eles (ou apesar deles), temos condições de fazer um bom resultado – fazer um bom jogo é outra história – hoje e chegar no domingo que vem ainda mais firmes para acabar de vez com esse jejum regional que tanto nos incomoda.

Campeonato Estadual 2015

Vasco x Botafogo

Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo, Christiano; Serginho, Guiñazu, Julio dos Santos e Marcinho; Dagoberto (Rafael Silva) e Gilberto.

Renan, Gilberto, Renan Fonseca, Diego Giaretta e Carleto; Marcelo Mattos, Willian Arão, Fernandes e Gegê; Rodrigo Pimpão e Bill.

Técnico: Doriva.

Técnico: Renê Simões.

Estádio: Arena Maracanã. Data: 26/04/2015. Horário: 16h. Arbitragem: Luis Antônio Silva dos Santos. Auxiliares: Wagner de Almeida Santos e Silbert Faria Sisquim.

As redes Bandeirantes (RJ, MG, ES, DF, PE, BA, AL, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO) e Globo (RJ, ES, TO, SE, PB, RN, PI, MA, PA, AM, RO, AC, RR, AP e DF) transmitem a partida. O PFC transmite no sistema Pay-per-view para seus assinantes em todo Brasil. 

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Outra diferença com relação ao confronto com os mulambentos eliminados na semifinal é que, dessa vez, quem tem um compromisso na Copa do Brasil entre um jogo e outro é o nosso adversário. Ainda que a viagem para Capivari (SP) não seja das mais cansativas, o Botafogo provavelmente utilizará alguns dos seus titulares na partida. Pode não valer de muita coisa, mas não deixa de ser uma pequena vantagem para nós no segundo jogo.

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