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Dois (ou três) pênaltis…

penalDois pênaltis, um desperdiçado e outro convertido, podem ter mudado completamente a história do Vasco nesse Estadual. O primeiro penal foi o que Nenê – logo ele! – perdeu no empate com o Voltaço; o segundo, o que o Botafogo teve a seu favor, marcado aos 45 minutos do segundo tempo da partida contra o Bangu, quando o jogo estava empatado em 0 a 0.

O pênalti que perdemos contra o Volta Redonda nem precisaria explicar: se Nenê convertesse a penalidade, hoje seríamos líderes isolados da competição, indo para a última rodada contra os Flores dependendo de um empate para conquistar a Taça Guanabara, e mais importante, a vantagem de escolher o mando de campo na semifinal e de também jogar por um empate para passar à final. Como a semifinal é em um único jogo, ter dois resultados possíveis a nosso favor é uma vantagem importantíssima.

Falando sobre a segunda penalidade, vale lembrar que se o Bangu não tivesse cometido o pênalti nos minutos finais da partida e conseguisse segurar o placar inalterado contra o Botafogo, o Vasco já teria assegurado a vantagem do empate na semifinal, já que o alvinegro já não conseguiria nos ultrapassar na classificação. Mas como o pênalti foi marcado e convertido pela cachorrada, nosso futuro na competição pode mudar radicalmente caso aconteça uma série de fatores.

Se não perdermos para os Flores, garantimos a vantagem na semifinal independente do resultado de Botafogo X Boavista. Mas se o pior acontecer e perdermos sem marcar gols, uma vitória simples do Canil nos joga para a terceira colocação. Nesse caso, enfrentaremos o próprio Botafogo, mas com eles tendo a vantagem do empate.

Ou seja, por causa de dois pênaltis, nossa responsabilidade no jogo de domingo aumentou consideravelmente. Uma vitória contra o tricoflor seria importante sob qualquer aspecto, mas agora voltar a apresentar um futebol decente é uma necessidade para o Vasco. Jorginho e seus comandados têm que deixar as atuações bisonhas das últimas rodadas para trás e lembrar que a briga pelo bicampeonato estadual começa pra valer agora.

PS: eu poderia ter citado um terceiro pênalti que mudaria completamente a trajetória vascaína: a penalidade não marcada a favor do Madureira no jogo de sábado passado. Se o juizão não vacila no lance, nós poderíamos nem ter mais chances de levar a Taça Guanabara. Torçamos que esse seja um exemplo de sorte de campeão.

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Não venceu porque não quis

Em um jogo em que Nenê perdeu pênalti e chegou a tropeçar na bola e que Martín Silva bateu roupa em um chute do adversário, poderíamos atribuir ao sobrenatural – ou algum tipo de macumba – um tropeço do Vasco. Mas não queiram se enganar, amigos: se ficamos apenas no empate em 1 a 1 com o Volta Redonda a culpa é única e exclusiva do time. A impressão que tivemos foi que, se não vencemos, foi porque não quisemos.

Não querendo tirar os méritos do acertadinho Voltaço, que como disse ontem faz por merecer estar onde está na classificação, os erros do Vasco foram muitos e, de um modo geral, coletivos. Quase todos têm sua cota de responsabilidade no resultado, que nos fez perder a liderança na tabela.

A começar por Jorginho, que se viu obrigado a mudar o time e fez escolhas que não deram certo. Tá certo que poucos poderiam imaginar que Bruno Gallo conseguiria se sair pior que Julio dos Santos, mas suas poucas atuações nesse Estadual deixaram tanto a desejar que não seria a coisa mais inacreditável do mundo se ele não fosse bem na partida. Se o elenco vascaíno não grassa por ter muitas opções de qualidade, nosso treinador poderia ter escolhido um substituto para o meia paraguaio que não obrigasse o Andrezinho a ser deslocado para um lado do campo com o qual não está acostumado, o que prejudicou bastante sua atuação. Jorginho pelo menos corrigiu o erro rapidamente, tirando Gallo aos 33 minutos da primeira etapa. A entrada do Yago Pikachu trouxe mais equilíbrio ao time, que passou a dominar as ações em campo. E a jogada que nos fez abrir o placar se iniciou com o próprio Pikachu, que deu belo passe para a entrada de Madson, que encontrou Nenê invadindo a área para marcar.

Se Jorginho procurou compensar o equívoco de escalar o Gallo e deixar o Pokemon no banco (ainda poderíamos citar a entrada do Barbio no segundo tempo como outro erro do técnico, mas aí ele não tinha muito o que fazer. Caio Monteiro não estava bem e o cabeleira era a única opção entre os reservas), o time pecou pela falta de vontade em grande parte do jogo. No primeiro tempo, talvez pelo calor, talvez por não esperar que o Voltaço fizesse uma marcação tão adiantada, o Vasco permitiu ser dominado pelo adversário, não conseguindo transpor seus defensores e sendo presa fácil para os contra-ataques. Como já disse, as coisas melhoraram com a entrada do Pikachu e continuamos bem até uns 15 minutos da etapa final. Mas depois disso o time pareceu sentar sobre a vantagem mínima no placar e passou a cozinhar o jogo demais, exagerando nos passes laterais e deixando que o Volta Redonda voltasse a gostar do jogo.

O aparente desinteresse da equipe vascaína teve como punição o empate. Após lançamento na área em cobrança de falta, a defesa cochila e o atacante adversário entra livre para escorar a bola para a rede, sem chances para Martín. O Vasco ainda teve cerca de 20 minutos para tentar marcar seu segundo gol, mas o Volta Redonda se segurou, contando com a ajuda do nosso ataque, que não conseguiu criar quase nada ao longo de toda a partida.

É a terceira partida seguida na qual o Vasco não tem uma boa atuação. Ontem, pra piorar, não apresentou nem a postura aguerrida que teve nos dois clássicos, dando a impressão de que achava que poderia ganhar a partida assim que desejasse. Só que faltou acertar isso com os outros 11 jogadores em campo, que não tinham nada com isso e também estão na briga pelo campeonato.

Perdemos a liderança, mas isso não significa que estamos fora da briga pela Taça Guanabara. Mesmo que o Fluzim, atual líder do turno, consiga vencer o Volta Redonda na próxima rodada, ainda dependemos unicamente das nossas forças para levar o turno e chegar com vantagem à semifinal. Mas para que isso aconteça, o time precisa reconhecer que o desempenho do time caiu, e muito. Se formos para a rodada final dependendo de uma vitória sobre os flores, o Vasco não poderá repetir a postura que apresentou hoje.

As atuações…

Martín Silva – contou com a sorte logo no começo da partida, quando o Volta Redonda perdeu uma chance incrível. Fez uma ou outra boa defesa e no gol não poderia fazer nada.

Madson – acertou o passe (mais ou menos) para o gol do Nenê, mas tirando isso, uma partida desastrosa: teve umas outras três ou quatro jogadas idênticas a do gol e desperdiçou errando o passe decisivo. Além disso foi uma baba defensivamente, inclusive no lance do gol de empate, quando ficou apenas olhando a subida do atacante adversário para concluir com a sua habitual cara de parvo.

Luan – Foi bem nas bolas alçadas à área e não chegou a comprometer.

Rodrigo – no primeiro tempo foi esculachado logo no primeiro contra-ataque adversário, quase caindo sozinho em uma jogada que não terminou com o Volta Redonda abrindo o placar por pura sorte. No lance do empate se preocupou mais em segurar um atacante que já estava sendo seguro pelo Marcelo Mattos e acabou se estabacando. E estando no chão, nada poderia fazer para evitar que o Voltaço marcasse.

Julio Cesar – não deixa sua lateral se transformar na avenida que volta e meia a direita se torna e tentou apoiar o quanto pôde.

Marcelo Mattos – no começo da partida avançou mais do que deveria e deixou o meio de campo vulnerável aos contragolpes do Volta Redonda. Tentou valorizar a posse de bola fazendo boas inversões de jogo.

Bruno Gallo – teve sua chance como titular e conseguiu ser substituído aos 33 minutos do primeiro tempo (e isso porque o Jorginho costuma demorar muito para mexer no time). Uma lástima completa, não conseguindo nem fechar os espaços com competência e menos ainda ajudar na criação. A entrada de Yago Pikachu no seu lugar já seria boa só por devolver Andrezinho para a esquerda, mas o Pokemon paraense fez mais que isso: iniciou a jogada do gol vascaíno com um belo passe para Madson e foi boa opção ofensiva, descolando inclusive uma penalidade para nós, infelizmente desperdiçada pelo Nenê. Não chegou a ser uma atuação maravilhosa, mas que justificaria plenamente pelo menos a disputa da titularidade com o Madson, coisa que o Jorginho não parece muito disposto a fazer.

Andrezinho – nos dois primeiros terços da etapa inicial não conseguiu fazer muita coisa, deslocado para a direita e tendo que compensar a inoperância do Gallo na marcação. Com a entrada do Pikachu voltou para a esquerda e passou a ser o mais lúcido na criação de jogadas.

Nenê – até marcar o gol no primeiro tempo, tinha sido uma figura apagadíssima. Depois do gol, só voltou a aparecer perdendo seu primeiro pênalti com a camisa do Vasco.

Caio Monteiro – não correspondeu às expectativas na sua primeira chance como titular. Teve uma atuação pra lá de discreta. Foi substituído por William Barbio, que só entrou para nos lembrar das razões pelas quais vive sendo emprestado para outros times.

Thalles – não chegou a receber boas bolas em condições de finalizar e foi muito marcado. Mas não se escondeu da partida e tentou criar alternativas no ataque.

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Voltar ao topo e recuperar a confiança.

Imagem: freepik.com

O Voltaço, nosso adversário de hoje pela quinta rodada da Taça Guanabara, também veio à Colina no primeiro turno da competição e na ocasião vencemos por 2 a 0. Mas quem se lembra da partida sabe que o placar, mesmo não sendo dos mais dilatados, não foi muito fiel ao que o Vasco apresentou em campo. Não criamos quase nada e sofremos com os contra-ataques do Volta Redonda por todo o primeiro tempo e se não fosse a entrada do Thalles (que arrumou uma penalidade e marcou um gol) logo no início da etapa final, poderíamos ter nos complicado.

Mas ainda era a terceira rodada, a confiança no time não era a que adquiriu ao longo das rodadas seguintes e o Jorginho tinha escolhido um esquema esquisito, com três atacantes e Julio dos Santos como único volante (ou seja, sem volantes na prática). Contra um time fechadinho e organizado, o 4-3-3 fracassou tanto ofensivamente como defensivamente. Tanto que a vitória só veio quando o treinador abdicou desse esquema, tirando um dos atacantes e colocando Yago Pikachu no meio.

Passada toda a primeira fase, Jorginho já definiu a formação ideal para o Vasco e se o Voltaço nos criar problemas hoje não será por culpa da sua escalação. Foi com um 4-4-2 que conseguimos a melhor campanha na competição e assim vamos a campo hoje. Mesmo com os desfalques – pelo menos para o treinador – de Julio dos Santos e Jorge Henrique, Jorginho manterá a configuração da equipe, escalando Bruno Gallo e Caio Monteiro como substitutos. As alterações não mudarão a forma do Vasco jogar e, dado o desempenho dos titulares suspensos, a equipe pode até melhorar.

Uma vitória hoje nos garante matematicamente uma vaga nas semifinais, mas também nos deixa mais perto da conquista da Guanabara. Os três pontos hoje só não deixarão com as duas mãos na Taça por conta da vitória tricolete sobre o Madureira ontem. E isso aumenta a necessidade de vencermos o Volta Redonda, já que no momento, os Flores estão na liderança da disputa.

Entre os chamados pequenos desse Estadual, o Volta Redonda já provou que é um dos mais complicados de serem batidos. Não por acaso venceu a dupla Fra-Flor no campeonato e está com méritos entre os quatro melhores classificados nesse turno. E exatamente porque não será um adversário tão simples de ser batido que o Vasco precisa voltar a jogar bem – como não fez nas últimas três partidas – hoje. E não apenas para voltar ao topo da tabela, mas também para recobrar a confiança da torcida, que já foi maior há pouco tempo.

VascoXVoltaço

Vasco X Volta Redonda

Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Bruno Gallo, Andrezinho e Nenê; Caio Monteiro e Thalles.

Mota, Luiz Gustavo, Luan, Maílson e Cristiano; Bruno Barra, Marcelo e Vinicius Pacheco; Tiago Amaral, Niltinho e Hugo.

Técnico: Jorginho.

Técnico: Felipe Surian.

Estádio: São Januário. Data: 03/04/2016. Horário: 16h. Arbitragem: Leonardo Garcia Cavaleiro. Auxiliares: Michael Correia e Andréa Izaura Maffra Marcelino de Sá.

As redes Bandeirantes (RJ, MG, ES, DF, PE, BA, AL, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO), Globo (RJ, ES, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO)  transmitem o jogo ao vivo.
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A votação para o Top Blog acabou. Agora é aguardar a divulgação dos vencedores no dia 20 de abril. Ganhando ou não, agradeço a todos os leitores que prestigiaram o blog com seus votos. Se o Blog da Fuzarca levar o prêmio, tenham certeza: ele será de toda a torcida vascaína.

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A obrigação é nossa

saojanuario-vasco-america-rn-edgardmacielNa partida última rodada, Jorginho fez mistério sobre o time que escalaria e acabou fazendo uma mudança inesperada – e, porque não dizer, esdrúxula – na equipe, que definitivamente não surtiu o efeito desejado. A não ser, é claro, que o desejo do técnico fosse fazer a pior partida do Vasco nesse Carioca. Vencemos o Voltaço, mas foi a duras penas.

Jorginho mais uma vez não abriu o jogo e não sabemos quem serão os titulares contra a mulambada, nesse que será o primeiro clássico de 2016. As possibilidades são muitas, com algumas mais próximas de se tornarem realidade. Se Jomar, Rafael Vaz, Bruno Gallo, Jorgenrique, Eder Luis e alguns outros estão na expectativa de uma titularidade, duas coisas são certas: a primeira é que a torcida está numa expectativa ainda maior por um bom desempenho do time; e a segunda é que o Vasco realmente precisa de mudanças para não passar por problemas na partida de logo mais.

Não que o Framengo seja tão temível assim. Mesmo com o favoritismo de sempre – já que a imprensa esportiva do Rio adora definir como uma certeza absoluta que o elenco urubulino é mais qualificado que o nosso – os caras já perderam pontos na competição e, assim como nós, ainda não tiveram pela frente um adversário de peso. A questão aqui é que, aparentemente, os mulambos da Gávea estão num momento ascendente na competição (ainda que a Portuguesa da Ilha não sirva como parâmetro) e nós, pelo que foi apresentado na quarta passada, estamos piorando. Como todos sabemos, um clássico meio que nivela as coisas, mas ainda assim não custa nada ao Jorginho fazer algo para que o Vasco jogue um pouco melhor.

Uma mudança no time não depende da vontade do seu treinador. Com a expulsão do Luan na última partida, Jorginho será obrigado a escalar outro zagueiro ao lado do Rodrigo. E a aparente escolha do treinador dificilmente agradará a torcida: Jomar treinou entre os titulares e deve começar o jogo. Ainda que Jorginho venha promovendo um rodízio no banco entre Jomar e Rafael Vaz (e seguindo o padrão, seria a vez do primeiro a ser relacionado), deve ser complicado encontrar um vascaíno que aprove a escolha. Vaz é mais experiente, tem mais habilidade e pode ser útil em cobranças de falta. A favor do Jomar, só consigo lembrar a habilidade em irritar atacantes veteranos (como fez com o Fred).

Mas as alterações que o time realmente parece precisar não devem acontecer. Jorginho deve estar sinceramente satisfeito com o desempenho do Rúlio dos Santos como primeiro volante e do Jorgenrique no ataque, mesmo que ambos tenham tido atuações pífias. Tanto que, mesmo quando resolveu mudar a equipe, ambos permaneceram no time e quem perdeu o lugar foi Mateus Vital. Procurar opções para dar mais pegada ao meio de campo, encontrar alguém para dividir o trabalho de criação com Nenê ou encontrar um atacante que consiga fazer ao menos UMA finalização por jogo não parecem ser prioridades.

Como os titulares não foram confirmados, sempre se pode esperar que Jorginho apareça com mudanças surpresa (desde que não seja a de escalar, do nada, mais um atacante no time). Caso o treinador não mexa na escalação, ainda podemos ter esperança que uma partida com um rival motive o grupo o necessário para que todos se empenhem mais. Se nada disso acontecer, só nos restará uma coisa na qual nos fiarmos: que nossos jogadores se lembrem que, nessa partida em especial, a obrigação de um resultado positivo é maior para o lado de São Januário. Além da vontade de manter o retrospecto recente contra a framengada, não podemos esquecer que estaremos jogando na nossa casa. E não será nada agradável ver rubro-negros fazendo festa em plena Colina Histórica, diante da nossa torcida.

VascoXMadura

Vasco X Flamengo

Martín Silva; Madson, Jomar, Rodrigo e Julio Cesar; Julio dos Santos, Mateus Vital, Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Riascos.

Paulo Victor; Rodinei, Juan, Wallace e Jorge; William Arão, Márcio Araújo e Mancuello; Marcelo Cirino, Emerson Sheik e Paolo Guerrero.

Técnico: Jorginho.

Técnico: Muricy Ramalho.

Estádio: São Januário. Data: 14/02/2016. Horário: 17h. Arbitragem: Leonardo Garcia Cavaleiro. Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises e Jackson Lourenço Massarra Dos Santos.

As redes Bandeirantes (RJ, MG, ES, DF, PE, BA, AL, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO) e Globo (RJ, ES, DF, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO) transmitem ao vivo. O canal PFC transmite para seus assinantes em todo país .

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Desnecessário dizer que as torcidas, tanto a do Vasco como a da mulambada, não podem cair na pilha da rivalidade e provocar tumultos e brigas. O futebol carioca já está na maior draga sem que torcedores irresponsáveis apelem para a violência. Deixemos a disputa apenas no gramado e que os 22 sujeitos em campo façam valer seus poupudos salários – que juntos devem ganhar mais do que todos os torcedores presentes ao estádio – e que resolvam a questão na bola.

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Hora de reconhecer os erros

Se Jorginho teve realmente tempo para pensar sobre como montar o time do Vasco, como falei no pré-jogo de ontem, resta à torcida desejar que ele não tenha mais longos períodos sem partidas. Se a intenção do treinador era melhorar o time com a alteração que fez, tudo o que ele conseguiu foi fazer sua equipe ter sua pior atuação na competição. E se vencemos o Volta Redonda por 2 a 0, certamente não foi por conta do que Jorginho fez ou deixou de fazer.

Para nosso técnico, a entrada de Eder Luis no lugar do Mateus Vital seria a solução para que o Vasco melhorasse. Na prática, tivemos um meio de campo ainda menos operante na criação e mais exposto aos contra-ataques. E contra um adversário que teve como seu maior mérito reconhecer seus limites, armar uma marcação eficiente e esperar os contragolpes, era claro que teríamos problemas.

A maior posse de bola no campo adversários que conseguimos manter no início do jogo não se converteu em chances de gol. Com Nenê bem marcado e numa noite pouco inspirada, ter três atacantes em campo não adiantou nada. A partida acontecia basicamente na intermediária do Voltaço, com o Vasco incapaz de superar o bloqueio adversário. A sonolenta partida só mudou um pouco de figura pouco antes do intervalo, primeiro em um contra-ataque perigoso do Volta Redonda e na sequência, com uma cabeçada do Eder Luis após um escanteio, com ambas as bolas carimbando a trave.

Jorginho deve ter visto que a invenção dos três atacantes não tinha dado certo e fez a alteração padrão: a entrada de Yago Pikachu no lugar do irrelevante Jorgenrique fez o time voltar ao 4-4-2 e acabou trazendo mais equilíbrio à equipe. Mas o melhor momento do Vasco na partida acabou acontecendo por acidente, com a saída de Eder Luis – que sentiu a perna – e a entrada do Thalles entrou em seu lugar. O garoto entrou querendo provar que 2015 não se repetirá e precisou de poucos minutos para levar mais trabalho à defesa do Volta Redonda do que todos os outros atacantes do Vasco juntos. Logo na sua primeira tentativa de finalização, cabeceou uma bola no corpo de um zagueiro e o bandeirinha equivocadamente assinalou um penal. E com Nenê em campo, pênalti é gol: 1 a 0 Vasco.

Ainda pressionamos por mais um tempinho, mas a desvantagem no placar fez o Voltaço partir pra cima e, o que é pior, conseguir nos pressionar. O que vimos nos 20 minutos finais da partida foi Martin Silva se tornar o melhor jogador do Vasco em campo, fazendo pelo menos duas grandes defesas. Mas nosso adversário pagou o preço por se abrir e tentar o empate, ironicamente sofrendo um gol de contra-ataque, sua melhor arma: depois de perder uma bola no nosso campo, Thalles desceu em velocidade, deu um belo passe para Nenê que avançou e rolou na medida para o próprio Thalles só empurrar para a rede e dar números finais à partida.

Mantivemos os 100% de aproveitamento, mas não há como negar que a vitória teve muito pouco a ver com desempenho do time. A penalidade inventada, além de nos permitir abrir o placar, foi a razão para o Volta Redonda abandonar seu esquema defensivo e nos permitiu marcar o segundo gol, evitando o que seria uma vitória sem qualquer mérito. Mesmo já conhecendo bem seus jogadores e tendo um elenco mais entrosado que a maioria dos rivais, Jorginho não consegue fazer com que o Vasco jogue bem e, pior ainda, o time parece piorar a cada rodada. Domingo que vem teremos um clássico e a rivalidade não permite que façamos prognósticos garantidos. Mas para evitar que paguemos mico diante da mulambada em nossa própria casa, nosso treinador precisará reconhecer o que tem feito de equivocado. Jorginho tem agora três dias para isso.

As atuações…

Martín Silva – se deu umas vaciladas nos dois primeiros jogos, compensou plenamente nessa partida: não fosse pode duas ou três grandes defesas, dificilmente teríamos vencido o jogo.

Madson – a entrada de Eder Luis no time não chegou a fazer diferença e o lateral mais uma vez não conseguiu fazer a diferença no primeiro tempo. No segundo, acabou se machucando e saindo antes de ter uma participação mais efetiva. Bruno Gallo o substituiu e se limitou ao combate (e não fez o suficiente, já que passamos a tomar calor do Voltaço após a sua entrada).

Luan ­– quaisquer pontos positivos que pudesse ter tido foram apagados por uma expulsão boba, no fim do jogo e que desfalca a equipe justo em um clássico.

Rodrigo – dentro dos padrões, com um pouco mais de dificuldades que o normal quando o Volta Redonda partiu pra cima.

Julio Cesar – tímido no apoio, só foi visto no ataque no primeiro tempo. Na defesa, fez um arroz com feijão quase sem tempero. A impressão que JC dá em alguns momentos é daqueles jogadores em fim de carreira, que estão sempre satisfeitos independente do resultado em campo.

Julio dos Santos – mais presente nessa partida, mas ainda não justifica sua escalação. Lento e displicente, perdeu mais de uma bola perigosa para o ataque adversário.

Andrezinho – com menos um jogador no meio de campo, acabou se preocupando mais com a marcação. Com a entrada do Pikachu, deveria ter sido mais presente na criação de jogadas e não foi.

Nenê – ao longo do jogo, prendeu demais a bola, voltou a exagerar nas tentativas de lances de efeito e errou uma penca de passes. Mas como sempre fez o que se espera dele: marcou o seu terceiro gol de pênalti na competição e deu a assistência para o segundo gol.

Eder Luis – não fez nada de muito prático, mas ainda assim se saiu muito melhor que o titular Jorge Henrique, se apresentando mais para o jogo. Perdeu um gol incrível no primeiro tempo, cabeceando uma bola na trave com o goleiro já vendido. No segundo tempo sentiu e acabou saindo antes dos 10 minutos, dando lugar ao Thalles, que precisou de 40 minutos em campo para ser o melhor atacante do time: finalizou mais que os outros três juntos e participou dos lances dos dois gols (marcando o segundo).

Jorge Henrique – outro que não consegue mostrar em campo as razões de receber tanta confiança do treinador. Mais uma vez foi substituído pelo Yago Pikachu, que não conseguiu trazer mais segurança ao meio de campo e pareceu afoito demais para conseguir ajudar ofensivamente.

Riascos – jogou o que joga sempre, dessa vez, sem marcar gols. Ou seja, foi muito fraco.

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Carnaval pra pensar

palhacoO Voltaço não quis esperar e já aprontou das suas logo na primeira rodada do Estadual, batendo o Fluzim por 3 a 1. Mesmo que não tenha passado de um empate com o Resende na segunda partida, o Volta Redonda mostrou até aqui que deve ser um dos adversários com o qual mais devemos tomar cuidado nessa fase da competição. No momento, mais até que a mulambada, nosso adversário no final de semana, que ocupa uma posição inferior na tabela.

Ainda assim, o que talvez seja mais preocupante é insistência – para não chamar de teimosia – do Jorginho com o meio de campo que vem escalando desde a estreia. Já estamos no terceiro jogo e, desde a estreia, nosso treinador mantém um meio de campo que não consegue marcar com eficiência e que só passa a ser mais efetivo na criação quando passa por alguma alteração. Foi isso que aconteceu nas duas primeiras partidas e, como Jorginho deve repetir o meio de campo com Julio dos Santos, Andrezinho, Mateus Vital e Nenê, deve acontecer hoje.

E pelo pouco que vi da vitória do Voltaço sobre os tricoletes, ter um adversário como o Vasco pode ser bom. Eles jogaram fechados, como cabe aos pequenos na competição, mas eram muito mais velozes e eficientes nos contragolpes. Como o Vasco deve jogar pressionando, os espaços que costumamos deixar pelo meio, a reposição lenta para a marcação e até as saídas de bola equivocadas podem acabar nos prejudicando como não aconteceu nas duas primeiras rodadas.

Claro que devemos contar com a superioridade técnica do nosso elenco, mas até aí, os flores também tinham um grupo mais qualificado. Como Jorginho não confirmou a escalação, talvez ele opte pela escalação do Yago Pikachu desde o começo – como já aventaram por aí – o que além de nos dar maior poder de marcação, também favorece as subidas do Madson, nos dando maior poder ofensivo. Mas ainda que isso aconteça, precisaremos de mais atenção do que temos demonstrado até agora. Aí, é esperar, como sempre, que Nenê ajude a resolver os problemas lá na frente.

Os momentos positivos do time superaram os negativos e por isso temos 100% de aproveitamento até aqui. Mas enquanto os responsáveis por alguns dos pontos fracos na equipe seguirem prestigiados por Jorginho (sendo direto: o Rúlio dos Santos e Jorgenrique), não dá pra ficar totalmente tranquilo. Já que Jorginho não é daqueles que curtem o carnaval, torçamos que ele tenha usado esse período para repensar algumas das suas certezas sobre o time.

VascoXMadura

Vasco X Volta Redonda

Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Julio Cesar; Julio dos Santos, Mateus Vital (Yago Pikachu), Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Riascos.

Mota; Luis Gustavo, Luan, Maílson e Marrone; Bruno Barra, Marcelo, Rafael Pernão e Vinícius Pacheco; Dija Baiano e Tiago Amaral.

Técnico: Jorginho.

Técnico: Felipe Surian.

Estádio: São Januário. Data: 10/02/2016. Horário: 19h30. Arbitragem: Bruno Arleu de Araújo. Auxiliares: Luiz Claudio Regazone e Diogo Carvalho Silva.

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Para o alto e avante

Por mais que a Federação, e porque não dizer, seus afiliados tentem acabar com o Cariocão, o combalido Estadual do Rio ainda tem o poder de trazer alguma emoção para os fãs do esporte. Se a última rodada da primeira fase do campeonato não primou pela qualidade dos jogos, as várias possibilidades que tivemos nos derradeiros 90 minutos dessa Taça Guanabara praticamente compensaram a frustração de termos tido até agora um campeonato no qual as brigas extracampo tiveram destaque maior que o futebol.

Mas falemos da vitória do Vasco sobre o Volta Redonda, na segunda goleada que o Gigante conseguiu aplicar no Estadual. Apesar de raro, o dilatado placar de 4 a 1 não traz muitas novidades para se falar sobre o futebol apresentado pela equipe. Aliás, perdendo, empatando, vencendo ou goleando, o Vasco tem mantido as mesmas características desde o jogo contra o Nova Iguaçu, que pode ser considerado um ponto de virada da equipe: muita posse de bola, pouca criatividade no meio, equipe descompactada e lenta na recomposição e força nas bolas paradas. Vimos tudo isso mais uma vez contra o Voltaço, principalmente no primeiro tempo, quando sempre errávamos o passe decisivo ou as finalizações, nas raras vezes em que elas aconteciam.

As coisas mudaram no segundo tempo, mas não muito. O Vasco diminuiu os espaços entre seus setores e com isso passou a recuperar a bola mais rápido e pressionar de vez o adversário. O que mostrou resultado em pouco tempo: marcamos dois gols antes dos 15 minutos, com Jhon Cley e Luan.

Mas aí passamos a ver mais um defeito recorrente da equipe. Com a vantagem no placar, o time relaxou e voltou a deixar o Voltaço jogar. Parecíamos dispostos a colocar alguma emoção na partida, o que aconteceu aos 20, quando o Volta Redonda diminuiu o placar depois de um cochilo coletivo da defesa. Foi a hora em que a torcida reviu o fantasma das vacilações passadas, e ficamos imaginando: quando será a próxima entregada de rapadura?

Doriva já havia começado e mexer na equipe, e ainda que tenha demorado um pouco, elas trouxeram resultado. Antes de sofrermos o gol, o treinador promoveu o retorno do Marcinho à equipe, no lugar de Julio dos Santos. Depois colocou Rafael Silva e Bernardo, nos lugares de Cley e Yago. E quem veio do banco acabou entrando para resolver a partida. Rafael Silva marcou o terceiro assim que entrou em campo, trazendo de volta a tranquilidade para os vascaínos. E fechamos o caixão depois de uma jogada entre Bernardo e Marcinho, que marcou um bonito gol em chute colocado de fora da área.

A vitória não pode mascarar as limitações e pontos fracos do time, que insistem em aparecer. Os números finais do Vasco na Guanabara mostram o quanto o time ainda não está pronto: em cinco rodadas, deixamos de ser uma equipe com uma defesa sólida, mas que não consegue marcar gols para nos tornarmos o segundo dos classificados a mais sofrer gols e com o melhor ataque da competição. Acabar com essa instabilidade e encontrar o equilíbrio é o caminho para chegarmos ao título. Doriva tem até o domingo para resolver essa questão. Conseguindo, a direção que o Vasco seguirá é apontada pelos quatro goleadores na foto que ilustra o post: para o alto.

As atuações…

Martín Silva – pouco trabalho e nada a fazer no lance do gol.

Madson – tem sido mais tímido no apoio, ontem talvez por conta da liberdade que Yago teve para cair pelos dois lados do campo. Ainda assim fez algumas boas jogadas ofensivas.

Luan –  a autocrítica com relação ao time no fim do jogo contra o Friburguense parece que surtiu efeito. Tirando um passe errado que poderia render um contra-ataque perigoso (e que não rendeu porque o próprio parou o lance, ainda no primeiro tempo), Luan saiu soberano na maioria absoluta das jogadas. E ainda se tornou o vice-artilheiro do time, marcando seu quarto gol no campeonato.

Anderson Salles – se embananou junto com toda a defesa no lance do gol do primo do Kaká, mas no restante do jogo não comprometeu. Cobrou a falta que originou o terceiro gol do Vasco.

Christiano – esse não tem salvação. Erra tudo o que tenta no apoio e parece ter alguma restrição legal que o impede de cruzar a linha do meio de campo quando precisa marcar.

Serginho – só a total falta de opções do elenco justifica sua permanência no time. É o típico volantão que não tem mais espaço no futebol atual: só sabe marcar e, ainda assim com suas capengadas.

Guiñazú – foi bem na marcação e no combate e, mais inacreditável, sem violência. Nem cartão amarelo levou.

Julio dos Santos – alguns bons passes, um chute que, por azar, carimbou a trave e disposição para ajudar na marcação. Saiu no segundo tempo para a entrada do desaparecido Marcinho, que voltou ao time depois de seis rodadas e procurou trazer mais movimentação ao meio. Foi premiado com um belo gol.

Jhon Cley – uma ou duas boas jogadas, o que é pouco para um camisa 10. Mas acabou abrindo o placar após boa jogada de Gilberto. Rafael Silva entrou em seu lugar e mostrou sorte ao marcar o terceiro gol na primeira vez que encostou na bola. Não é nada, não é nada, Rafael já é o segundo atacante do elenco com mais gols na temporada.

Yago – vinha fazendo um bom primeiro tempo, se movimentando bem pelos dois lados do campo e criando algumas boas jogadas. No segundo tempo voltou a ser o Yago ineficiente de sempre e cedeu lugar ao Bernardo, que mesmo atuando pouco tempo participou do lance do quarto gol, dando o passe final para Marcinho.

Gilberto – tentou muito, quase marcou um golaço no primeiro tempo, acertou um chute perigoso no segundo, mas acabou passando em branco (torçamos que tenha guardado seus gols para os próximos jogos decisivos). Foi dele o passe para Cley abrir o placar.

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Voltando a falar do Estadual, além das emoções que todos os torcedores tiveram na última rodada, podemos ter uma certeza: NADA está definido. Já não estaria mesmo que algum time estivesse sobrando no campeonato, porque clássicos são imprevisíveis. Mas a falta de favoritos claros ao título acontece porque, imprevisível mesmo, é a capacidade dos competidores.

Do Vasco, já falei e todos sabemos. Em tempo recorde mudamos completamente nossa característica de boa defesa/ataque fraco para bom ataque/defesa fraca.

O Botafogo é o talvez o mais regular de todos, mas deu suas tropicadas pelo caminho e pegará na semifinal justo o Fluzim (de quem tomou um pau, mesmo sendo o Florminense o pior entre os grandes nos clássicos).

Do pessoal do Laranjal, nem precisamos falar  muito. Basta lembrarmos que sua classificação só aconteceu aos 42 minutos do segundo tempo da última rodada. E com um gol contra. Do Madureira.

Os mulambos, nossos adversários na semifinal, virão com a mesma empáfia de sempre, já se considerando finalistas. E foi essa marra que os fez entrar em campo ontem com a certeza da conquista da Taça Guanabara e sair dele com a bola abaixada e a marra diminuída pelo Nova Iguaçu, aquele mesmo que ainda luta para não cair e que foi exterminado em São Januário.

Portanto, não há motivos para os vascaínos ficarem pessimistas. Os quatro grandes do Rio chegaram à fase decisiva e todos estão nivelados, ainda que seja por baixo. Temos totais condições de sermos campeões.

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