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A pauta do dia

Tirando o golaço do Nenê feito do meio de campo, muito pouco tem acontecido na pré-temporada em Pinheiral que valha a pena se comentar. Treinos, elogios à forma física de jogadores e apresentações de atletas que já estão no elenco há dias não chegam a interessar muito. Ou seja, depois de mais uma eliminação precoce na Copinha, os assuntos rarearam.

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Teve o sorteio da Copa do Brasil, que definiu o Remo como nosso primeiro adversário na competição. As datas das partidas ainda não foram definidas, mas já se sabe que adversários teremos pela frente caso passemos pela equipe paraense: CRB-AL ou Ivinhema-MS.

Como sempre, as primeiras fases da Copa do Brasil não chegam a ser extremamente desafiadoras. Não dá pra crer que, mesmo com as carências que temos no atual elenco, tenhamos problemas para avançar para a terceira fase da competição. Né?

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As renovações do Nenê (mais três anos) e do Luan (mais quatro) foram as melhores notícias por esses tempos. Para essa temporada, os dois são muito importantes e titulares indiscutíveis nesse elenco. A permanência deles garante a manutenção da base que quase nos livrou do rebaixamento em 2015 e, mantendo o nível das atuações da reta final do Brasileiro passado, ajudarão o time nas disputas do Estadual e da Série B.

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Ficamos sabendo hoje que o meia Jéferson, aquele da primeira disputa da Série B em 2009 e que voltou ao Vasco ano passado, deixou o clube e acertou com o Madureira para a disputa do Carioca. Assim com o zagueiro João Carlos, outro repatriado ano passado, Jéferson veio, recebeu alguns salários, valorizou-se e foi embora sem sequer estrear.

Gostaria de saber o que os defensores desse tipo de contratação – aliás, de QUALQUER contratação feita por esse diretoria – tem a dizer sobre isso. Poderia apostar que nada além de um silêncio constrangido seria a resposta.

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E na série “recordar é viver (até porque ultimamente não temos muito o que fazer)“, vale lembrar que hoje é o aniversário de 15 anos do nosso tetracampeonato, o último momento de um Vasco realmente gigante e que comprovava isso com títulos e conquistas.

Saudades enormes desse tempo….

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Chuta que é macumba!

2443Ontem, o Coxa e o Figueira perderam. Hoje, o Joinville encara os marsupiais fora de casa, a Ponte recebe o Santos e Avaí e Goiás jogam na Ressacada (e um empatezinho não é uma possibilidade muito remota). Resumindo, todos os nossos adversários diretos na briga contra o rebaixamento podem terminar o fim de semana perdendo pontos. Para rodada ficar perfeita, basta ao Vasco fazer a sua parte e vencer o Atlético-PR, na Arena Maracanã.

E aí é que reside o problema: fazer a nossa parte. Sendo o pior anfitrião no campeonato (ou melhor, se olharmos pelo lado dos adversários), o Vasco não tem outra opção além ir contra esse retrospecto e conquistar os três pontos. Na situação em que nos encontramos, não dá pra ficar remoendo os péssimos resultados que tivemos na Arena nas últimas rodadas. Seja o Furacão, seja o próprio El Niño em pessoa, temos que vencer.

(Parêntese: para os que se apegam a marcas, o time paranaense até pode ser um bom adversário. Além de nunca ter vencido o Vasco no Rio, vale citar o bom desempenho que temos contra velas de macumba no ex-Maraca esse ano. São duas vitórias, dois empates e nenhuma derrota para rubro-negros. Fecha parêntese)

A vitória tem importância dobrada se pensarmos no quanto ela pode melhorar a confiança do time. Depois de voltar a vencer, e jogando fora de casa, um segundo êxito, contra um oponente que disputa vaga na Libertadores será mais um passo para consolidarmos a reação na competição. Duas vitórias seguidas podem ser pouco para considerarmos uma sequência, mas é um primeiro passo.

Com as voltas de San Martín, Serginho e Jorge Henrique (e a possível barração do Christianno por contusão), teremos uma equipe mais qualificada que a que tivemos contra a Ponte. E jogando um pouco melhor, podemos conseguir o resultado. É ter atenção máxima na marcação, tranquilidade pra trabalhar a bola e fazer com que ela chegue redonda ao Leandrão.

Esse é o momento para espantar de vez a zica que ronda o time. E se a hora é pro “chuta que é macumba”, temos hoje o adversário com o uniforme ideal para isso com propriedade.

Campeonato Brasileiro 2015

Vasco x Atlético-PR

Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo, Christiano (Júlio César); Serginho, Bruno Gallo, Julio dos Santos e Nenê; Jorge Henrique e Leandrão.

Weverton, Eduardo, Vilches, Kadu, Sidcley; Otávio, Devid, Nikão, Daniel Hernández, Marcos Guilherme; Walter.

Técnico: Jorginho.

Técnico: Milton Mendes.

Estádio: Arena Maracanã. Data: 13/09/2015. Horário: 16h. Arbitragem: Andre Luiz de Freitas Castro (GO). Auxiliares: Alessandro A Rocha de Matos (BA) e Marcos Welb Rocha de Amorim (BA).

O Canal Premiere transmite para seus assinantes e no sistema pay-per-view em todo país.

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Ontem, replicando o tweet de um torcedor que achava que Jorginho deveria ser mantido para o ano que vem independente de como termine 2015, comentei que ainda era cedo para avaliar esse tipo de coisa. São apenas sete jogos e seu retrospecto – não levando em consideração a classificação na Copa do Brasil – nem é bom: duas vitórias, um empate e quatro derrotas, uma delas, a maior goleada que já sofremos em Brasileiros. O pouco tempo no cargo e a quantidade de trabalho que ainda há pela frente tornam impossível apontar se Jorginho será o nome certo para 2016. Se ele conseguir manter o Vasco na elite, bom, não haverá como contestá-lo. Mas se tudo der errado, talvez ele nem termine o Brasileiro como técnico na Colina.

Mas há algo específico que tem me incomodado de tal forma que, se Jorginho dependesse do meu aval para manter seu posto, já poderia dar entrada no seguro-desemprego: a titularidade do Julio dos Santos.

O paraguaio, que não acerta nada desde o Estadual, foi relegado ao banco no Brasileiro tanto pelo Doriva como pelo Roth. Essa condição mudou com a chegada do Jorginho e se mantém até hoje, mesmo que desfilar sua lentidão, errar passes e perder gols tenha sido tudo o que o meia conseguiu fazer em campo. Não consigo ver qualquer atributo que justifique a firme decisão do treinador em mantê-lo como titular. Mesmo com nosso elenco tão carente de talento, há opções para o Julio tanto defensivamente (o irmão do primo do Messi) como ofensivamente (Andrezinho, Índio ou até o Jéferson) que poderiam ser testadas. Ter o “Rúlio” em campo atualmente só tem um resultado prático: queimar uma alteração, já que isso invariavelmente acontece todo jogo.

Gostaria de ouvir as razões do Jorginho para gostar tanto do paraguaio. Pelo que tem oferecido ao time, é incompreensível. Só consigo pensar em motivos extracampo. Lembrando que Julio tem um empresário que criou um grande desgaste com o Celso Roth pela barração dos seus jogadores no elenco e que a diretoria o considera uma das maiores contratações na temporada.

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Arquivado em Adversários, Pré-jogo

Otário

for_dummiesMinhas esperanças numa recuperação do Vasco foram praticamente extintas depois da derrota para o Figueirense na Arena Maracanã. Isso ficou bem claro na resenha que fiz da partida, no post publicado aqui no blog domingo passado. Ainda assim, no mesmo post, eu previa que na próxima partida eu estaria aqui, fazendo um novo post e provavelmente com um tom otimista.

Eis-me aqui pra falar sobre o jogo de hoje contra o Internacional, no Beira-Rio, e cheio de esperanças novamente.

É, eu sou um otário.

Sou um otário porque, apesar de todas as probabilidades estarem contra, eu não consigo deixar de acreditar nesse time que, na maioria esmagadora das vezes nesse Brasileiro, não fez mais que decepcionar sua torcida. Mesmo sabendo que não vencemos ninguém há sei lá quanto tempo, que nem mesmo gols conseguimos marcar, ainda acredito que podemos vencer o Inter na sua casa. O mesmo Inter que, mesmo claudicante no Brasileirão, está entre os quatro melhores times do continente.

Acredito que, exatamente por isso, uma vitória sobre o Colorado seria perfeita para um início de reação no campeonato. Voltar a vencer justo contra um adversário forte, em seus domínios, seria uma motivação tremenda para nosso combalido esquadrão.  Por mais que a lógica e mesmo os fatos impeçam que qualquer pessoa racional creia nisso.

Ainda mais com as opções estranhas do treinador. Anderson Salles não foi bem contra o Figueira? Então quem sai do time para a volta do Rodrigo é o Luan. Jogaremos contra um adversário que conta com a velocidade do Alex, Sasha, Valdívia e Vitinho? Jorginho mantém a personificação paraguaia da lentidão em campo, e pior, talvez como um dos volantes responsáveis por marcar esses jogadores (isso se ele optar por escalar o Serginho na lateral, no lugar do inclassificável Jean Patrick). Isso sem falar no ponto fraco do time, o ataque: vamos com dois atacantes de lado de campo e sequer levaremos as poucas – e em momento ruim, é verdade – opções de referência na área que existem no elenco. Já o Romarinho, esse, não poderia ficar de fora e foi relacionado.

Apesar de tudo isso, eu ainda acredito numa vitória. É passar recibo de otário? Pode ser. Mas por mais que as evidências indiquem que é inútil, acreditar no Vasco é algo que é mais forte que eu.

Campeonato Brasileiro 2015

Internacional x Vasco

Muriel; William, Paulão, Ernando e Geferson; Rodrigo Dourado, Nilton, Alex e Eduardo Sasha; Valdívia e Vitinho.

Jordi; Jean Patrick (Serginho), Anderson Salles, Rodrigo e Christianno; Guiñazú, Julio dos Santos, Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Rafael Silva.

Técnico: Argel Fucks.

Técnico: Jorginho.

Estádio: Beira-Rio. Data: 02/09/2015. Horário: 19h30. Arbitragem: Ricardo Marques Ribeiro (MG). Auxiliares: Alessandro A Rocha de Matos (BA) e Marcio Eustaquio S Santiago (MG).

 O SporTV transmite ao vivo para todo Brasil (exceto RS). O Canal Premiere transmite para seus assinantes em todo país e no sistema Pay-per-view.

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Vejam vocês: a diretoria resolveu, no meio da crise em que vivemos, apostar em mais dois veteranos, um deles, que já não tinha dado certo em São Januário. E, para melhorar a situação, negociou o Jhon Cley, que mesmo não sendo um primor, é “apenas” uma década mais jovem que o Jéferson, que adora passar um tempo no estaleiro.

Difícil não crer que não haja um viés de caça às bruxas. Como a irregularidade do Cley não permitiu que ele se firmar no time, virou exemplo de “fracasso da base da gestão Banana” para os devotos do Dotô. Mas aí vem a diretoria e, ao invés de valorizar a base DO CLUBE (e não de um presidente), prefere valorizar outro veterano que nem a gestão Dinamite quis manter no Vasco. E ainda tem gente que defende o competentíssimo planejamento feito para o futebol vascaíno.

É. Tem gente que consegue ser mais otária que eu.

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“Reforço”

Leandro Costa Miranda Moraes (mais conhecido como Leandrão) tem 32 anos.

Formado na base do Internacional, não chegou a ter muitas chances no Colorado a foi para o Botafogo para a disputa da Série B. A primeira Série B do alvinegro, em 2003. Era banco, mas conquistou a titularidade e foi artilheiro do time com 12 gols em 35 jogos disputados pela equipe.

O destaque na segundona lhe garantiu um contrato no exterior: foi para o Vissel Kobe, onde jogou 11 vezes, marcou dois gols e ajudou a equipe japonesa a conquistar a 11ª colocação na J League.

Voltou ao Inter após a temporada no futebol japonês apenas voltar em seguida para a Ásia, dessa vez para passar três temporadas na Coreia. Passou por três clubes, atuou em 43 partidas e fez 11 gols.

No fim de 2008 mais uma vez retornou ao Inter e mais uma vez foi negociado em seguida, sendo emprestado ao Vitória, equipe pela qual disputou sua última Série A, há seis anos. Pelo clube baiano, jogou nove partidas e fez dois gols.

2010 foi um ano agitado para o atacante: como o Inter não tinha interesse em permanecer com o jogador, o emprestou o Porto Alegre (pequeno clube do RS) e em seguida ao Sport, que disputava a Série B. Porém, no meio da competição, acertou com o ABC, onde fez sucesso: ajudou o clube potiguar a conquistar a Série C e o Estadual.

Depois do ABC, Leandrão vagou por vários clubes, passando por Ponte Preta, São Caetano (2012), Hapoel (futebol israelense, em 2013), Remo (2014), Novo Hamburgo e Brasil de Pelotas (2015).

Com esse portentoso currículo e com o status de artilheiro da Série C, Leandrão chega ao Vasco, seu terceiro clube no ano, onde – vale lembrar – disputará uma Série A após seis anos. O atacante também interessava ao ABC, mas a diretoria vascaína venceu a queda de braço pelo jogador.

Décimo-quarto jogador do elenco com mais de 30 anos, espera-se que Leandrão seja a solução para o ataque vascaíno. A confiança no desempenho do jogador é tanta que ele deve assinar por dois anos com o clube.

É, amigos…acho que agora vai!

Update: a diretoria segue no seu incansável trabalho para “reforçar” o elenco vascaíno. Depois do goleador da série C, chega mais um jogador, esse um velho conhecido da torcida: o meia Jéferson, aquele que prometia ser um dos destaques do time na Série B mas acabou atuando mais no departamento médico que nos gramados.

Além de reforçar sua predileção por jogadores acima dos 30 anos (Jeferson tem 31), a diretoria parece querer deixar claro que as apostas em jogadores fora de evidência é tudo o que teremos na luta conta o rebaixamento e na briga pela Copa do Brasil.

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Arquivado em Notícias, Reforços, Update