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Pendura a conta!

Se formos nos prender apenas à bola rolando, a vitória do Vasco por 2 a 0 sobre o Brasil de Pelotas foi padrão: em uma atuação burocrática em grande parte do tempo, contra um adversário bastante limitado e com o Nenê sendo decisivo na partida. Trocando em miúdos, voltamos a vencer, mas o time continua devendo à torcida uma atuação mais convincente.

Podemos citar uma maior pegada do time na marcação, principalmente no começo do jogo, o que seria o mínimo depois de duas derrotas dentro de casa. Sabendo que a vitória seria o único resultado aceitável, o Vasco ao menos mostrou uma disposição maior em campo, reflexo também de uma equipe titular mais jovem. E em um dos lances em que recuperamos a bola por conta da nossa marcação mais intensa, saiu o gol logo aos nove minutos: Rodrigo roubou a bola na nossa intermediária e lançou; a bola pipocou na cabeça do Caio Monteiro e foi para o Thalles, que também de cabeça tocou para Nenê, que se projetou em velocidade e tocou sem chance para o goleiro já dentro da grande área.

Com o placar aberto logo no começo, poderíamos pensar que o jogo ficaria mais tranquilo. Porém o Vasco mais uma vez ficou molengando e não parecia muito interessado em resolver o jogo rapidamente. Nossa vocação para complicar partidas fáceis voltou a se mostrar, e além de não criarmos mas nenhuma chance de gol no primeiro tempo, permitimos que o Brasil crescesse e só não sofremos o empate por um milagre realizado pelo Luan, que depois de bater cabeça na grande área se recuperou e impediu que o atacante adversário empurrasse a bola para nossa rede com Jordi completamente batido no lance.

No segundo tempo continuamos cozinhando a partida, mas pelo menos não corremos mais riscos (exceto nas bolas paradas, quando mais uma vez mostramos falhas de posicionamento nos chuveirinhos). Dominávamos o jogo, sempre rondando a área adversária, mas não criávamos oportunidades de gol. Somente aos 26 minutos resolvemos a partida, com a dupla que vinha garantindo a vantagem no placar: em uma cobrança de falta, Nenê encontrou Luan subindo por trás da zaga do Brasil e com um toque de categoria ampliou o placar.

Foi uma vitória padrão, daquelas em que o Vasco parece meio preguiçoso diante de um oponente não muito capacitado para nos criar problemas. O bom futebol que a equipe nos deve há algum tempo ficou mais uma vez na pendura, e a torcida ainda pode cobrar essa conta.

As atuações….

Jordi – sem muito trabalho durante a partida, fez apenas uma defesa digna de nota, ainda no primeiro tempo. Não chegou a trazer consequências, mas o garoto mostrou alguma insegurança nas saídas do gol para cortar bolas alçadas à área.

Madson – o de sempre: um cemitério de futuras jogadas e um convite ao ataque adversário.

Luan – garantiu a vitória tanto na defesa como no ataque: consertou a única lambança que fez impedindo um gol dos mais feitos da história e marcou o segundo gol em um belo chute de primeira.

Rodrigo – foi bem no combate direto, mas em alguns momentos parece estar cansado. Cobrou uma falta com perigo no começo do jogo.

Julio Cesar –  todas as vezes que chegou ao apoio errou seus cruzamentos. E assim como o Madson, deu espaços pela sua lateral.

Marcelo Mattos –  mais uma vez carregou o piano da marcação pelo meio de campo.

Henrique – deve ter sido o 38º jogador a ser testado como segundo homem do meio de campo. Se não chegou a comprometer, também não teve um desempenho que lhe garantisse ESSA vaga no time. Yago Pikachu entrou em seu lugar e não foi muito além, mas pelo menos conseguiu uma finalização com relativo perigo.

Andrezinho – ajudou na saída de bola, mas pouco fez na criação de jogadas. Saiu no fim do jogo para a entrada do Diguinho, que  não teve tempo para fazer nada (graças a Deus).

Nenê – voltou a ser o Nenê de sempre: alvo de muitas faltas, reclamações mil com a arbitragem e os dois gols da partida passando pelos seus pés. Marcou o primeiro e fez o cruzamento para o segundo.

Caio Monteiro – outro a ter mais efetividade ofensiva que Jorge Henrique, já que não precisava ficar se preocupando em marcar os adversários até o nosso campo. Fez uma grande jogada ainda no primeiro tempo, mas exagerou no individualismo e desperdiçou o lance. William Oliveira entrou no seu lugar para fechar mais o meio de campo, mas foi visto se atrapalhando no ataque algumas vezes.

Thalles – deu de cabeça o passe para o gol do Nenê em uma jogada de pivô e tentou reproduzir o lance durante os 90 minutos, sem sucesso. No mais, nada.

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E por falar em pendura, vale citar os amarelos que os jogadores pendurados levaram: Nenê, Andrezinho, Rodrigo e Madson, os quatro titulares com dois cartões amarelos, receberam o terceiro e ficam fora da partida contra a Luverdense, sábado que vem. Como temos um compromisso pela Copa do Brasil na quarta, fica difícil crer que não rolou uma forçada de barra nos cartões.

Faria mais sentido se o jogo com o Santa Cruz fosse depois da partida contra a Luverdense, mas estrategicamente a oportunidade de poupar três veteranos de uma viagem longa até o Mato Grosso faz sentido. Que os jogadores que ganharam uma folga no Brasileiro compensem com esforço redobrado na Copa do Brasil.

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Até quando a sorte?

sorteA verdade é que, apesar dos pesares, o Vasco tem dado sorte nesse Brasileiro. Mesmo jogando mal, perdendo partidas e vendo seus concorrentes se aproximarem, o time não sai do topo da tabela. Ontem, por exemplo, a rodada começou bem: poderíamos ter dormido na vice-liderança se o Ceará vencesse seu jogo contra o Tupi, o que não aconteceu. Por isso o Vasco entra em campo logo mais contra o Brasil de Pelotas ainda para defender sua liderança, e não para recuperá-la.

Em condições normais de temperatura e pressão, um jogo contra o modesto Grêmio Esportivo Brasil em São Januário não deveria ser motivo para preocupações. Mas diante das últimas atuações do Vasco, principalmente na Colina (onde perdeu seus dois últimos jogos e contra equipes em classificação pior que a do Brasil-RS), mesmo uma partida contra um time que não venceu nenhuma vez fora de casa pode ser problemática.

E os problemas começam já na escalação. Com Martín Silva suspenso, entramos em campo sem nosso principal jogador. Jordi até pode dar conta do trabalho, mas é claro que não teremos a mesma segurança. No ataque, a ausência do Leandrão não chega a ser um problema e sim a falta de alternativas: a não ser que Thalles mude da água pro vinho, não trará uma melhora considerável para o setor. Para compensar, talvez tenhamos a entrada do Caio Monteiro, já que tanto Jorge Henrique quanto Eder Luis viraram dúvida por problemas físicos.

Mas independente de quem vá começar jogando, o que precisa mudar é a forma como o Vasco vem jogando. Assim como sabemos que todo adversário apelará para os contra-ataques contra nós, parece que todos os nossos adversários aprenderam a jogar contra nós. Jorginho não consegue criar alternativas para evitar essa situação, e isso precisa acabar o quanto antes. Caso contrário teremos problemas todo jogo.

As coisas têm dado certo para o Vasco mas é impossível contar com a sorte por todo o campeonato. Se não vencermos o Brasil de Pelotas hoje, muito provavelmente terminaremos a rodada pela primeira vez fora da liderança. E com isso, a equipe voltará a sofrer com a pressão da torcida depois de muito tempo.

Vasco X Brasil de Pelotas

Vasco X Brasil de Pelotas

Jordi; Madson, Luan, Rodrigo e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Julio dos Santos, Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique (Caio Monteiro) e Thalles.

Eduardo Martini; Weldinho, Camilo, Teco e Marlon; Leite, Washington, Diogo Oliveira e Felipe; Marcos Paraná e Ramon.
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Técnico: Jorginho.

Técnico: Rogério Zimmermann.

Estádio: São Januário. Data: 09/07/2016. Horário: 18h30. Arbitragem: Alisson Sidnei Furtado. Auxiliares: Fabio Pereira e Natal da Silva Ramos Júnior.

O SporTV transmite ao vivo para todo Brasil (exceto RJ). O Canal Premiere transmite para todo Brasil no sistema pay-per-view.

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A partida contra o Avaí teve uma arbitragem desastrosa, protagonizada por um juiz goiano. Hoje, o trio de árbitros não vem do estado do Atlético Goianiense, mas vindos do Tocantins, não dá pra ignorar a proximidade. Isso não quer dizer que teremos novamente problemas com o apito, mas podendo trazer árbitros de qualquer outro lugar do Brasil, me parece desnecessário trazer um trio de um lugar que fazia parte de Goiás até poucos anos.

Talvez a diretoria não ache que isso seja um problema. Ou se acha, não achou que valia a pena fazer alguma coisa a respeito.

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E Leandro Damião acabou se tornando em mais uma contratação 90% fechada. A desistência e provável ida para a mulambada torna essa história praticamente um “R10 parte 2“. Festejar o fracasso da contratação alegando que Damião não joga nada e que vai se dar mal na urubulândia é mera especulação e torcida contra. E achar que não seria um bom reforço para o Vasco, tendo os atacantes que tem, é ir contra os fatos.

Por outro lado, é fato que a vinda do Damião seria muito melhor para o jogador que para o Vasco (como eu tinha dito há algum tempo), já que nós gastaríamos uma bela grana por mês por uma aposta e o Damião teria a chance de recuperar o prestígio em um clube grande e sem tanta pressão. Ou seja, se Damião viesse, seria bom; não vindo, melhor ainda.

Mas continuamos precisando de reforços para o ataque. E já que o clube se disporia a pagar mais de R$ 300 mil por um atacante, pode muito bem procurar alguém que mereça esse salário ao invés de trazer alguém pra disputar uma vaga no ataque com Leandrão e Thalles.

O mercado brasileiro está escasso em opções? Que se procure no mercado sul-americano. Por essa grana, certamente encontraremos um atacante melhor que os Gilbertos que parecem ser as única opções visadas pela diretoria.

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Reconstrução urgente

Na coletiva, após a derrota do Vasco para o Avaí por 2 a 1 – e a segunda seguida, algo que não acontecia desde o dia 5 de setembro de 2015 – Jorginho falou da arbitragem, da força do adversário, do reduzido plantel que tem em mãos e da necessidade de reforços. Falou também que confia no Aislan e de outras coisas, mas de importante mesmo, apenas uma frase: “temos que reconstruir nosso trabalho”.

Basicamente, é isso. Mesmo que todos os argumentos expliquem o resultado, não o justificam. O problema não foi a arbitragem – realmente péssima e justo quando o juiz é do mesmo estado do nosso principal concorrente ao título – ou os problemas com o elenco, nem a maratona de jogos. O problema é que o Vasco se tornou um time muito previsível, que qualquer retranquinha um pouco mais ajustada consegue complicar a vida irredutivelmente.

E não é de hoje que o Vasco não consegue jogar bem. O time vem tendo atuações abaixo da crítica há muito tempo, mesmo quando vence. Ontem não foi diferente. O Vasco pode até ter tido mais posse de bola, mas foi uma nulidade ofensiva. Ficou rondando a área, desperdiçou uma penca de jogadas de linha de fundo por ter laterais irritantemente incompetentes, e pouco chutou a gol. Os atacantes, que estão longe de serem uma maravilha, quase não recebem bolas. Quando pressionamos (e graças unicamente ao um total recuo do time catarinense), vivemos de balõezinhos para área sem qualquer efetividade.

Ainda assim, graças às limitações do Avaí, conseguimos marcar um golzinho na marra. Golzinho esse que, aliás, até poderia ter nos dado a vitória, se não fossem os erros individuais do time. Aliás, não do time, de um único jogador. Enquanto o Luan não estiver bem ou estiver com a Seleção, o Aislan até pode ficar no time; mas entregando gols ao adversário como tem feito todo jogo, precisaremos ser MUITO mais eficientes no ataque. Com o rapaz na zaga, já podemos considerar o placar pelo menos 1 a 0, seja qual for nosso adversário.

Apenas uma pessoa pode resolver esses problemas e o nome dela é Jorginho. Quem tem que pensar em alternativas táticas para o time é o treinador. Quem pode tirar a titularidade de quem não está jogando nada é o treinador. Quem deveria dar mais chances à molecada da base e dar um descanso para uns dois ou três veteranos que não rendem é o treinador.

Jorginho terá uma semana para pensar na vida e no seu trabalho até o, agora mais que nunca, importante jogo contra o Brasil de Pelotas. Um resultado ruim pode significar a saída da liderança pela primeira vez na competição e, em caso de derrota, um inesperado terceiro fracasso seguido dentro de São Januário. Caso isso aconteça, arbitragem, elenco reduzido ou falta de reforços não servirão como desculpa: as cobranças pela “reconstrução” do Vasco recairão todas sobre o mestre de obras do time.

As atuações…

Martín Silva – com a zaga que vem tendo à sua frente, vai precisar fazer mais que agarrar uma penalidade por jogo para não ver o Vasco perder.

Madson – como não teve chance de cobrar um lateral dentro da área, fez apenas o de costume: estragar jogadas de linha de fundo. Jorginho demorou séculos para colocar Yago Pikachu no seu lugar, quando o jogo já estava 1 a 0. E só de não ter aquela cara de chorão do Madson, o Pokémon já pode ser considerado melhor. Ainda assim, não conseguiu acompanhar o atacante que empurrou a bola pra rede no lance do segundo gol.

Rodrigo – estava desatento no lance do primeiro gol e levou um corte simples no segundo. Teve uma chance para marcar, mas seu chute acabou sendo bloqueado pelo braço do zagueiro do Avaí.

Aislan – é uma espécie de anti-Nenê: enquanto o camisa 10 participa dos lances de quase todos os gols feitos pelo Vasco, Aislan está sempre envolvido nos gols que sofremos: ontem, no primeiro gol, fez acidentalmente a assistência para o atacante adversário; no segundo, olhou o passe que originou o gol passar à sua frente sem esboçar qualquer reação além de observá-la.

Julio Cesar – não fosse a presença do Aislan seria indiscutivelmente o pior em campo. E mesmo com o Nenê do Mundo Bizarro na zaga pode haver dúvidas. Acabou com uma penca de jogadas no ataque, errou um monte de passes e vacilou também nos dois gols: o jogador do Avaí que marcou o primeiro passou pelas suas costas e no segundo tomou um drible vergonhoso.

Marcelo Mattos – pode parecer estranho, mas nem chegou a ter tanto trabalho assim. Mas com a defesa entregando a paçoca toda hora, não adianta ficar carregando piano. Quando o Vasco passou a pressionar, até arriscou algumas subidas, com resultados sofríveis.

Julio dos Santos – esteve em campo, dizem. Me lembro vagamente do paraguaio perdendo uma bola fácil perto da nossa área. Saiu para a entrada do Caio Monteiro, outro a entrar no jogo com o time já atrás no placar. Deu maior movimentação ao ataque e acabou marcando o gol vascaíno.

Andrezinho – jogou mais afastado da área para ajudar na saída de bola e, longe do ataque, não chegou a contribuir muito municiando o ataque.

Nenê – mostrou disposição e não fugiu do jogo, mas ainda não voltou a ser decisivo como era em outros tempos. Teve uma boa chance no primeiro tempo, mas chutou pra fora. Acabou participando do lance do gol: o rebote aproveitado pelo Caio veio depois de um chute do camisa 10 rebatido pelo goleiro Renan.

Eder Luis – substituiu Jorge Henrique, mas sem precisar executar as 468 funções que Jorginho lhe atribui. Com isso, tivemos efetivamente um atacante de lado de campo. E, surpreendentemente, Chico Bento foi bem, criando boas jogadas e dando trabalho à defesa adversária. Mas é aquilo: na hora de definir, Eder Luis é terrível. No segundo tempo perdeu o gol mais feito do jogo, mandando para fora uma cabeçada de frente pro gol. Cansou, sumiu e cedeu lugar ao Evander, que não precisou cansar para sumir.

Leandrão – pesado como um trator e com a velocidade de um (com o pneu furado), não conseguiu escapar da marcação avaiana em momento algum.

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“Reforço”

Leandro Costa Miranda Moraes (mais conhecido como Leandrão) tem 32 anos.

Formado na base do Internacional, não chegou a ter muitas chances no Colorado a foi para o Botafogo para a disputa da Série B. A primeira Série B do alvinegro, em 2003. Era banco, mas conquistou a titularidade e foi artilheiro do time com 12 gols em 35 jogos disputados pela equipe.

O destaque na segundona lhe garantiu um contrato no exterior: foi para o Vissel Kobe, onde jogou 11 vezes, marcou dois gols e ajudou a equipe japonesa a conquistar a 11ª colocação na J League.

Voltou ao Inter após a temporada no futebol japonês apenas voltar em seguida para a Ásia, dessa vez para passar três temporadas na Coreia. Passou por três clubes, atuou em 43 partidas e fez 11 gols.

No fim de 2008 mais uma vez retornou ao Inter e mais uma vez foi negociado em seguida, sendo emprestado ao Vitória, equipe pela qual disputou sua última Série A, há seis anos. Pelo clube baiano, jogou nove partidas e fez dois gols.

2010 foi um ano agitado para o atacante: como o Inter não tinha interesse em permanecer com o jogador, o emprestou o Porto Alegre (pequeno clube do RS) e em seguida ao Sport, que disputava a Série B. Porém, no meio da competição, acertou com o ABC, onde fez sucesso: ajudou o clube potiguar a conquistar a Série C e o Estadual.

Depois do ABC, Leandrão vagou por vários clubes, passando por Ponte Preta, São Caetano (2012), Hapoel (futebol israelense, em 2013), Remo (2014), Novo Hamburgo e Brasil de Pelotas (2015).

Com esse portentoso currículo e com o status de artilheiro da Série C, Leandrão chega ao Vasco, seu terceiro clube no ano, onde – vale lembrar – disputará uma Série A após seis anos. O atacante também interessava ao ABC, mas a diretoria vascaína venceu a queda de braço pelo jogador.

Décimo-quarto jogador do elenco com mais de 30 anos, espera-se que Leandrão seja a solução para o ataque vascaíno. A confiança no desempenho do jogador é tanta que ele deve assinar por dois anos com o clube.

É, amigos…acho que agora vai!

Update: a diretoria segue no seu incansável trabalho para “reforçar” o elenco vascaíno. Depois do goleador da série C, chega mais um jogador, esse um velho conhecido da torcida: o meia Jéferson, aquele que prometia ser um dos destaques do time na Série B mas acabou atuando mais no departamento médico que nos gramados.

Além de reforçar sua predileção por jogadores acima dos 30 anos (Jeferson tem 31), a diretoria parece querer deixar claro que as apostas em jogadores fora de evidência é tudo o que teremos na luta conta o rebaixamento e na briga pela Copa do Brasil.

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